Conta de energia em maio terá bandeira amarela

A bandeira tarifária na cor verde significa que não terá custo extra para os consumidores de energia elétrica. (Foto: Ilustração)

A partir do mês de maio a conta de energia ficará mais cara para o consumidor. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que no próximo mês a bandeira será amarela.

Ou seja, haverá um custo adicional de R$ 1,00 a cada 100 quilowatts-hora consumido. Desde dezembro de 2018 a bandeira em vigência era a verde, sem cobrança extra. “Maio é o mês de início da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN)”, diz a nota divulgada pela Aneel.

Sistema de bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras – adotado para ficar mais claro ao consumidor quanto ele paga – a verde não teme taxa extra. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,00 a cada 100 kWh consumidos. Já a vermelha tem dois níveis: uma de R$ 3,00 a cada 100 kWh e outra de R$ 5,00 a cada 100 kWh. (Com informações do Estado de SP).

Conta de energia em Pernambuco será reajustada em abril

(Foto: Ilustrativa)

A conta de energia em Pernambuco será reajustada em 29 de abril. A redução nas contas da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) será definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O reajuste é reflexo da amortização de empréstimos contraídos pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CEE) em 2014.

Na amortização estima-se um impacto de redução média de 3,7% nas tarifas de energia que serão pagas em 2019 pelo consumidor brasileiro; e de 1,2% em 2020. De acordo com a Aneel, cada distribuidora terá esse abatimento nas datas de seus reajustes e o impacto pode variar conforme a empresa.

Segundo diretor-geral da Aneel, Andre Pepitone R$ 6,4 bilhões serão retirados da tarifa de energia paga pelos consumidores em 2019 e outros R$ 2 bilhões sairão da tarifa em 2020. “A materialização dessa decisão irá repercutir no processo tarifário de cada distribuidora de energia em seu aniversário contratual, ou seja, na data de reajuste de cada distribuidora de energia”, disse.

Conta de energia em janeiro terá bandeira verde

(Foto: Ilustrativa)

Em 2019 a conta de energia começará o ano sem cobrança adicional ao consumidor. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a bandeira tarifária será verde, resultado das chuvas nesse final de ano que está possibilitando a produção de energia nas usinas hidrelétricas.

Do ponto de vista técnico, a explicação é que houve recuperação do risco hidrológico (GSF) e manutenção do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) em patamar reduzido. Esse será o segundo mês consecutivo na bandeira mais barata que já foi utilizada em dezembro.

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o “custo real” da energia gerada ao consumidor. Elas são definidas mensalmente a partir das cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2), indicando se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Com informações do Diário de Pernambuco

Conta de energia em dezembro terá bandeira verde

(Foto: Ilustração)

Dezembro começou com uma boa notícia aos brasileiros. A conta de energia nesse mês terá bandeira verde, sem cobrança extra pelo consumo. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), apesar de os reservatórios ainda apresentarem níveis reduzidos, com a chegada do período chuvoso o nível de produção de energia nas hidrelétricas deve se manter normal.

Desde maio a agência vinha utilizando as bandeiras mais altas: amarela e vermelha, tornando a conta mais cara. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

Na bandeira verde não há cobrança extra, diferente da amarela e vermelha (patamar 1 e 2). Na primeira há um custo adicional de R$ 1 a cada 100 kWh consumidos. As vermelhas variam entre R$ 3,00 (1) e R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh).

Com informações do JC Online

Conta de energia terá mudança de bandeira em novembro

(Foto: Reprodução)

Depois de cinco meses com vigência da bandeira vermelha a conta de energia passará a ter bandeira amarela em novembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a informação durante a sexta-feira (26) e com a decisão da entidade, a taxa extra na conta cairá de R$ 5,00 para R$ 1,00 a cada 100 KWh consumidos.

Apesar de os reservatórios das usinas hidrelétricas apresentarem níveis reduzidos a Aneel autorizou a mudança de bandeira. “A expectativa é a de que haja elevação gradual no nível de produção de energia pelas usinas hidrelétricas”, informou a agência.

O sistema de bandeiras foi desenvolvido para informar ao consumidor o custo da energia gerada no país. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Bandeira vermelha permanecerá na conta de energia em outubro, informa Aneel

(Foto: Reprodução)

A cobrança extra na conta de luz continuará em outubro, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na sexta-feira (28). Dessa forma, o consumidor pagará R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora no próximo mês.

Segundo a Aneel, a cobrança será mantida em consequência do baixo nível dos reservatórios no Sistema Interligado Nacional (SIN). A bandeira vermelha está sendo cobrada desde junho, mas nos quatro primeiros meses do ano, vigorou a bandeira verde, sem cobrança extra na conta de luz.

Em maio vigorou a bandeira tarifária amarela sendo cobrado R$ 1,00 na conta de energia do consumidor a cada 100 kWh consumidos. Em junho, quando decidiu adotar a bandeira vermelha no patamar 2, a Aneel disse que a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e da redução no volume dos reservatórios das usinas  hidrelétricas.

ONS acredita que 2018 pode terminar com bandeira vermelha na conta de energia

(Foto: Reprodução)

A vigência da tarifa vermelha deve continuar até o final do ano, é o que prevê o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Segundo o diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata, a bandeira deve permanecer tendo em vista que as usinas términas continuarão ligadas.

A escassez hídrica é o principal motivo para a ligação das térmicas, explicou Barata. Criada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira vermelha está em vigência desde junho desse ano e encarece as contas dos brasileiros.

O sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. As cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custa mais ou menos por causa das condições de geração. Apesar da afirmação do ONS, quem determina a bandeira é a Aneel.

Conta de energia ficará mais cara após Aneel autorizar reajuste extraordinário

(Foto: Ilustração)

A conta de energia ficará mais cara em todo país. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira (4) um reajuste extraordinário de R$ 1,937 bilhão no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

O valor será repassado por meio da tarifa de energia na conta de luz das distribuidoras. Segundo a Aneel, a revisão dos valores já havia sido proposta no mês passado. A Agência propôs um reajuste de R$ 1,446 bilhão. O aumento, no entanto, acabou 2% maior em relação ao previsto.

Tabela do frete é atualizada

Outro aumento no bolso dos brasileiros está na tabele de fretes, divulgada na manhã de hoje (5). Os novos valores foram definidos depois de reunião entre integrantes do governo e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Palácio do Planalto.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que os reajustes se basearam na variação de 13% no preço do diesel na refinaria, gerando média de aumento de 3%. A nova tabela, assinada pelo diretor-geral da ANTT, Mario Rodrigues Júnior foi publicada no Diário Oficial da União e foi definida em maio, pelo presidente Michel Temer por meio de medida provisória (MP).

Aneel aprova reajuste e conta de energia ficará 3,86% mais cara

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nessa terça-feira (17) o reajuste de 45,52% na receita anual de geração de 69 usinas hidrelétricas que atuam no regime de cotas.

Dessa forma a conta de energia dos brasileiros ficará um aumento de até 3,86%. O impacto na conta de luz depende da data do reajuste aprovado pela Aneel e da quantidade de cotas (volume de energia) que cada distribuidora compra das hidrelétricas.

O volume de cotas de cada distribuidora representa, em média, 22,64% dos contratos de energia das concessões. A remuneração total recebida pelas usinas, de julho de 2018 a junho de 2019, será de R$ 7,944 bilhões.

O atual regime de cotas foi implantado por meio da Medida Provisória nº 579/2012, com renovação automática das concessões de usinas hidrelétricas.

Conta de energia no Norte e Nordeste pode ter alta de 0,5%

(Foto: Internet)

Depois da aprovação na Câmara Federal do Projeto de Lei que destrava a venda de seis distribuidoras do Norte e Nordeste, as contas de energia nessas regiões podem ficar 0,5% mais caras.

O cálculo feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima esse acréscimo, tendo em vista que os encargos sociais para os consumidores deverão ser elevados enquanto as famílias mais carentes terão direito à isenção no pagamento.

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A proposta foi aprovada na terça-feira (10) e precisa de sanção no Senado. Caso seja validada pelos senadores, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) passará de R$ 2,28 bilhões para R$ 3,02 bilhões, com impacto de 0,5% nas contas de luz.

De acordo com a Aneel, em Pernambuco, o novo valor entraria em vigor a partir da aprovação do reajuste anual da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) que acontecerá no próximo ano.

Aneel poderá fiscalizar impasse entre Caixa e Celpe

(Foto: Arquivo)

A disputa entre a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e a Caixa Econômica Federal ganhou mais um episódio e pode terminar com saldo positivo ao consumidor. Isso porque a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) se colocou à disposição para fiscalizar essa questão que envolve o não recebimento das contas de energia nas lotéricas.

O diretor da Aneel, Tiago Correia participou de uma Audiência Pública na Câmara dos Deputados, na noite da segunda-feira (9) e destacou ser importante as duas partes chegarem a um acordo.

“Cabe à Caixa e à Celpe chegarem a um acordo. O papel da Aneel é ser facilitadora da negociação, mas eles precisam chegar a um ponto em comum. Se não for resolvido dessa forma, haverá fiscalização, o que na prática vamos verificar se a Celpe está promovendo os meios necessários para que o pagamento das faturas de energia seja realizado”, afirmou o diretor.

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Tarifa social é opção para consumidor carente driblar bandeira vermelha, afirma gerente operacional da Celpe

(Foto: Ilustrativa)

A partir de julho a bandeira vermelha na conta de energia será no patamar 2, o que resulta na cobrança adicional de R$ 5,00 a cada 100 kWh consumidos na residência. Durante o programa Super Manhã com Waldiney Passos, o gerente operacional da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), Hugo Vidal afirma que o consumidor mais carente pode optar pela tarifa social.

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Com esse benefício, a cobrança da bandeira vermelha não será tão pesada no final do mês. “Para o pequeno cliente nós temos a tarifa social, ele acesse o site, ligue para o 116 e vá a uma loja e aproveite para atualizar seus ados da tarifa social. Ela é infinitamente mais barata que a tarifa normal, que nós pagamos”, comenta Hugo.

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O segundo semestre continuar com um peso a mais na conta de energia. Isso porque a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou a vigência da bandeira vermelha desde junho. O gerente operacional da Companhia Elétrica de Pernambuco (Celpe), Hugo Vidal explicou por qual motivo será utilizada essa cobrança.

“Pela primeira vez no ano a Aneel ligada ao Ministério de Minas e Energias do Governo Federal determina a bandeira vermelha, é uma ação preventiva”, disse no programa Super Manhã com Waldiney Passos.

No entanto, a partir de julho a bandeira vermelha entrará no patamar dois e começará a ser cobrado R$ 5,00 a cada 100 kWh. Segundo Hugo, prevendo a estiagem dos próximos meses a geração de energia elétrica contará com o uso das térmicas.

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Conta de luz ficará mais cara em junho

(Foto: Internet)

A partir de junho a conta de energia ficará mais cara ao consumidor brasileiro, isso porque a bandeira tarifária será a vermelha, no patamar 2, o maior entre as faixas. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a mudança na semana passada e dessa forma as contas terão uma cobrança extra de R$ 5,00 a cada 100 kWh.

Segundo a Aneel, a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e da redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

“Com o fim do período úmido, os reservatórios do Sul apresentaram redução de volume provocando o aumento do risco hidrológico (GSF) e o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD). Além disso, a previsão de chuvas é baixa quando comparada à média histórica. O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada”, disse a agência.

O consumidor já está pagando mais caro desde maio, quando a bandeira passou a ser amarela, resultando na cobrança de R$ 1,00 a mais a cada 100 kWh consumidos. Até o começo da semana passada a própria agência esperava a manutenção da bandeira em vigência, o que não aconteceu.

Aneel atualiza bandeira tarifária e energia fica mais cara em maio

(Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a mudança da bandeira tarifária na conta de energia, a partir de maio. Antes verde, a mais barata, os consumidores sentirão um aumento, com a bandeira amarela. O valor cobrado passará a ser de R$ 1 a cada 100 kilowatt hora consumido.

Segundo a Aneel, a mudança se deve pelo fim do período chuvoso em algumas regiões. Com o início do período seco, cai o volume de chuva sobre os reservatórios das principais usinas hidrelétricas geradoras do país. Com isso, há a necessidade de se fazer uso da energia produzida pelas usinas termelétricas, com maior custo de produção.

A bandeira amarela é intermediária, ficando atrás da vermelha (nível 1 e 2). Para diminuir os gastos com a conta de energia, a Aneel orienta ao consumidor que adote novos hábitos e diminua o consumo durante o banho quente e uso de eletrodomésticos.

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