Bahia: Aneel reajusta tarifas de energia e consumidor pagará conta 21,35% mais cara

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu novas tarifas para o serviço de fornecimento da eletricidade. Com isso, o consumidor residencial na Bahia pagará contas cerca de 21,35% mais caras. O aumento já será válido a partir da próxima sexta-feira (22).

A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) informou que o reajuste vai afetar mais de 6,3 milhões de clientes. A nova tarifa anunciada pela Aneel foi de 21,13%, no entanto, para os clientes residenciais, que são os de baixa tensão, o aumento é maior.

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Aneel aprova novo empréstimo bancário ao setor elétrico e conta de luz terá nova taxa extra 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira (15) que o novo empréstimo ao setor elétrico para cobrir os custos da crise energética do ano passado será de até R$ 10,5 bilhões, dividido em duas partes.

O dinheiro será levantado junto a bancos públicos e privados. O financiamento, com cobrança de juros, será pago pelos consumidores de energia através de um novo encargo aplicado à conta de luz a partir de 2023.

A primeira parte do empréstimo foi regulamentada nesta terça e será de até R$ 5,3 bilhões, à vista. O valor deverá cobrir:

  • o saldo negativo das bandeiras tarifárias que não arrecadaram o suficiente (R$ 540 milhões);
  • o custo do bônus pago aos consumidores que economizaram energia no fim do ano passado (R$ 1,68 bilhão),
  • a postergação de cobranças pelas distribuidoras (R$ 2,33 bilhões); e
  • a importação de energia, entre julho e agosto do ano passado (R$ 790 milhões).

Já a segunda parte – estimada, até o momento, em outros R$ 5,2 bilhões – será para cobrir parte do custo da contratação emergencial de energia, realizada em leilão simplificado no ano passado e com período de fornecimento a partir de 1º de maio deste ano.

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A segunda parte do empréstimo, porém, ainda será avaliada pela agência e passará por consulta pública. Não há previsão de quando isso ocorrerá.

Fonte: G1

Corte de energia para famílias de baixa renda passa a valer a partir de hoje

(Foto: Reprodução/Internet)

O corte de energia está permitido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a partir desta sexta-feira (01/10). A medida estava suspensa pelos últimos seis meses, para famílias de baixa renda, devido à crise causada pela pandemia da Covid-19.

Ela foi anunciada em 26 de março e foi encerrada ontem (30/09). E até o momento a Aneel não informou se fará uma nova prorrogação da medida. Enquanto isso, as famílias de baixa renda em débito podem ter o fornecimento da energia suspenso.

Ressalta-se que, desde setembro, vale no país a bandeira de escassez hídrica, criada excepcionalmente pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (CREG), devido à crise hidrológica. Ou seja, há uma taxa de R$ 14,2 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos, que seguirá valendo até abril de 2022.

Governo cria nova bandeira, e taxa extra na conta de luz vai subir 50%

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou hoje a criação de uma nova bandeira para a conta de luz, chamada de bandeira de escassez hídrica. A taxa tem o valor de R$ 14,20 por 100 kWh, e será aplicada à conta de luz a partir desta quarta-feira (1). A bandeira ficará em vigor até 30 de abril de 2022.
O novo valor representa um aumento de 49,6% (ou R$ 4,71) em relação à atual bandeira vermelha patamar 2 (de R$ 9,49 por 100 kWh), que estava sendo aplicada à conta de luz. No final de junho, o valor da bandeira vermelha patamar 2 já havia subido 52%.
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Governo estuda novo reajuste na bandeira tarifária da conta de energia

(Foto: Ilustração)

O governo federal está avaliando realizar um novo reajuste na conta de energia. De acordo com o Poder 360, o debate é sobre uma taxa extra da bandeira vermelha nível 2. Atualmente, são cobrados R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos.

Porém, o governo já faz cálculos para aumentar a taxa extra para algo entre R$ 15 e R$ 20. Essa nova cobrança seria feita por conta das medidas adotadas para evitar o racionamento de energia no país. Um cenário também considerado é elevar a taxa a até R$ 25.

O novo valor a ser cobrado será informado até o final da semana, quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promove uma reunião que definirá a bandeira tarifária de setembro. Se a taxa extra tiver aumento, será o 2º em menos de três meses.

Conta de luz seguirá com a taxa extra mais elevada em julho, informa Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a conta de luz seguirá com a taxa extra mais elevada em julho.

A bandeira tarifária está na cor vermelha patamar 2. Até então, eram cobrados neste patamar R$ 6,24 a mais a cada 100 quilowatts/hora (kWh) consumidos. No entanto, a diretoria da Aneel se reunirá na próxima terça (29) para definir o valor.

Segundo o diretor-geral da agência, André Pepitone, a bandeira vermelha 2 terá reajuste superior a 20%, ultrapassando R$ 7,50.

Em junho, a bandeira tarifária já vigorou na cor vermelha patamar 2. A decisão foi tomada em meio a um cenário de baixo nível de reservatórios.

Aneel deve aprovar reajuste e conta de energia ficará mais cara em julho

(Foto: Ilustração)

A conta de energia poderá ter um reajuste de 20% em julho. A expectativa é que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anuncie na próxima terça-feira (29), mais uma alta. No anúncio da Aneel é esperado um encarecimento para geração da luz nas residências.

Crise hídrica

O conselho diretor da agência deve aprovar um aumento que varia entre 40% e 60% das bandeiras. Ou seja, isto acarretará um aumento entre 15% e 20% na conta de luz. Vale lembrar que a Aneel impôs a bandeira vermelha 2 em junho por causa da crise hídrica que o Brasil enfrenta.

Bolso do brasileiro

Caso o aumento se confirme, o preço a mais do kWh passaria dos atuais R$ 6,24 para cerca de R$ 10. A informação é da Folha de São Paulo, que ouviu fontes nos bastidores da agência.

Pernambucanos terão aumento de 8,99% na conta de energia elétrica

(Foto: Ilustração)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (27), um reajuste médio de 8,99% para os clientes atendidos pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). A revisão tarifária começa a valer na próxima quinta-feira (29) e os consumidores irão perceber a variação nas faturas a partir do mês de maio.

O reajuste da conta de energia chega para as 3,8 milhões de unidades consumidoras do Estado, nos 184 municípios e arquipélago de Fernando de Noronha.

De acordo com a Aneel, o reajuste para consumidores residenciais será de 7,46%.

Para clientes conectados à rede de baixa tensão, que demandam menos consumo de energia em relação à alta tensão, a conta ficará, em média, 8,01% mais cara. Para consumo de alta tensão, como o de indústrias e comércios de grande porte, o aumento foi fechado em 11,89%. O reajuste para consumidores de baixa renda será de 5,94%.

Corte de energia de famílias de baixa renda está suspenso até junho, informa Aneel

(Foto: Reprodução/Internet)

O corte no fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento está suspenso em todo país até 30 de junho, mas apenas às famílias de baixa renda. A determinação é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e contempla os consumidores inscritos no programa de Tarifa Social.

Cerca de 60 milhões de pessoas devem se beneficiar com essa medida, anunciada pela Aneel na sexta-feira (26). Ainda segundo a Agência, a suspensão abrange consumidores que necessitam de energia para manter em funcionamento equipamentos essenciais à vida e os que não estejam recebendo a fatura impressa.

O agravamento da pandemia e a consequente limitação de atividades pesou na decisão da Agência Nacional. Famílias que vivem em regiões onde não há postos de arrecadação, como lotéricas e instituições financeiras, em funcionamento, por causa de medidas restritivas de isolamento social também serão contempladas com a decisão.

Contas de luz devem subir 13% em 2021, maior aumento em 3 anos

(Foto: ilustração)

O aumento médio nas contas de luz em 2021 deve ser o maior desde 2018, de acordo com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone. Atualmente, informou ele, a estimativa da agência é que o aumento médio fique em 13% em 2021. Segundo o G1, esse percentual cairia para 8% com a devolução aos consumidores de uma parte dos R$ 50 bilhões em impostos cobrados a mais nas contas de luz nos últimos anos.

Mesmo assim, o aumento de 8% continuaria sendo o maior desde 2018, quando a alta média das tarifas foi de 15%. No sábado (20), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que vai “meter o dedo na energia elétrica”. Segundo ele, isso é “outro problema” do país.

Ele deu a declaração um dia depois de anunciar a troca do presidente da Petrobras, em meio a pressões geradas por seguidos aumentos no preço dos combustíveis. Esse forte reajuste nas contas de luz viria num momento em que o país ainda sofre com os reflexos da pandemia da Covid-19 na economia. Por isso, segundo informou Pepitone em entrevista ao G1, já estão sendo feitos estudos de medidas adicionais para aliviar a pressão sobre as tarifas de energia.

Bandeira tarifária na conta de luz continuará amarela, anuncia Aneel

(Foto: Ilustração)

Janeiro termina com uma boa notícia ao consumidor: a conta de energia no próximo mês manterá a bandeira amarela, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Assim sendo, o preço da energia fica em R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora.

“A combinação de reservatórios baixos com a perspectiva de chuvas abaixo da média histórica sinaliza patamar desfavorável de produção de energia pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)”, informou a Aneel.

Fevereiro é tipicamente um mês mais chuvoso, porém de acordo com a Aneel, os reservatórios ainda estão em recuperação, por isso justifica-se a contenção. Por fim, pelo sistema tarifário, as bandeiras podem ser verde (sem taxa extra), amarela (taxa extra de R$ 1,34 por 100 Kw/h) e vermelha (R$ 6,2 por 100 Kw/h).

Boa notícia: conta de energia em janeiro terá bandeira amarela

(Foto: Arquivo)

A conta de energia nesse mês de janeiro estará mais barata, isso porque a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adotou a bandeira amarela como referência no primeiro mês de 2021. Dessa forma, o preço da tarifa será de R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora.

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Conta da Compesa terá reajuste de 2,4% em 2021

Até dezembro a Aneel estava utilizando a bandeira vermelha, cujo preço é de R$ 6,2 para cada 100 quilowatts consumidos por hora. Na mudança para a bandeira amarela, a Agência informou ter identificado melhoria no cenário de produção hidrelétrica com elevação das vazões dos afluentes dos principais reservatórios.

A notícia é um alívio ao bolso do pernambucano, já que a conta de água terá reajuste já neste domingo (3). A nota tarifa da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) deveria ter entrado em vigor no mês de julho, mas por conta da pandemia a Compesa adiou o reajuste.

Aneel autoriza cobrança da bandeira vermelha a partir de dezembro

Dezembro começa com uma notícia ruim ao bolso do brasileiro. A partir dessa terça-feira (1°) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai operar com a bandeira vermelha tipo 2. Isso significa que a conta de luz ficará mais cara no último mês do ano.

A utilização do sistema de bandeiras tarifárias havia sido suspensa em maio, época na qual a Aneel afirmou que até o final de 2020 não utilizaria as cobranças. Mas na noite de segunda-feira (30) o órgão mudou de ideia. A Agência alega que as condições atuais não permitem manter a bandeira verde acionada.

Ou seja, a partir de hoje haverá a cobrança de uma taxa extra no valor de R$ 6,243 a cada 100 kWh consumidos por residência. Outra justificativa da Aneel é que o consumo de energia voltou aos patamares pré-pandemia no mês de setembro. Isso, somado ao baixo nível dos reservatórios encarece a conta no final do mês.

Conta de energia terá bandeira amarela em dezembro

(Foto: Ilustração)

A bandeira tarifária para o mês de dezembro será a amarela, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na sexta-feira (29). Ou seja, haverá um acréscimo de R$ 1,343 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em novembro a bandeira que vigora é a vermelha patamar I.

Ao anunciar a decisão de reduzir a bandeira, a Aneel justificou que há previsão no aumento das chuvas. “As previsões meteorológicas sinalizam melhora nas condições de chuva sobre as principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN), caracterizando o início do período úmido na região dessas bacias”, disse em nota.

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. São três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) que indicam se a energia custará mais ou menos.

Conta de energia: bandeiras tarifárias ficarão mais caras a partir de 1º de junho

(Foto: Ilustração)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (21), uma resolução que estabelece as faixas de acionamento e os adicionais das bandeiras tarifárias com vigência em 2019. Segundo a Aneel, foi incorporado um avanço metodológico para a regra de acionamento que atualiza o perfil do risco hidrológico (GSF), o qual passa a refletir exclusivamente a distribuição uniforme da energia contratada nos meses do ano (“sazonalização flat”).

Com a aprovação da proposta, a partir do dia 1º de junho as bandeiras tarifárias da conta de energia estarão mais caras. A bandeira amarela passa a R$ 1,50 (antes era R$ 1,00) a cada 100 (KWh), já a bandeira vermelha no patamar 1 custará R$ 4,00 (antes era R$ 3,00) a cada 100 (KWh), e no patamar 2, custará R$ 6,00 (antes era R$ 5,00) a cada 100 (KWh).

O reajuste foi especialmente motivado pelo déficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras. O tema passou por audiência pública que recebeu 56 contribuições das quais 36% foram acatadas integralmente e 2% parcialmente.

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