
Nesta quinta-feira, 8, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de microcefalia e anomalias congênitas associadas à febre oropouche. O bebê, que faleceu no Acre após 47 dias de vida, apresentou condições graves relacionadas à infecção viral.
A mãe do bebê, de 33 anos, havia mostrado erupções cutâneas e febre no segundo mês de gestação. Exames laboratoriais realizados após o parto confirmaram a presença do vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) em seu organismo.






















