
Com a resolução dos entraves, as obras da ferrovia deverão voltar de maneira simultânea nas frentes do Ceará e do Piauí, com prioridade para eixo que vai até o Porto do Pecém
Sem receber repasses públicos desde maio do ano passado, a ferrovia Transnordestina enfrenta nova batalha com o bloqueio da transferência de recursos determinado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na semana passada. De acordo com o presidente da Transnordestina Logística S.A (TLSA), Sérgio Leite, a empresa está empenhada em resolver as pendências com a Corte para seguir com execução do empreendimento, para o qual estão previstos aportes de R$ 500 milhões neste ano, segundo ele.
Leite, que está à frente do empreendimento desde setembro do ano passado, admitiu ter encontrado uma “falta de informação generalizada” entre o que é percebido e o que de fato ocorre na obra. Com isso, resolver os questionamentos do TCU passaram a ser prioridade e, segundo o presidente, uma equipe está dedicada a atender às questões colocadas pelo Tribunal. “Nosso foco é tentar fazer com que isso seja o mais breve possível”.
Caso essa questão seja solucionada, a empresa ainda precisará batalhar pela manutenção dos repasses para a realização da obra, o que pode ser complicado em um cenário de corte de gastos pelo Governo Federal. De acordo com o presidente, já foram investidos cerca de R$ 6 bilhões no empreendimento, faltando em torno de R$ 5 bilhões para que possa ser concluído, com cálculos baseados em valores de dezembro de 2015.
Desse total ainda a ser investido, parte será proveniente do poder público e parte da iniciativa privada. Leite estima que, dos R$ 5 bilhões, R$ 1,4 bilhões devem partir de fontes públicas, R$ 500 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e o restante, cerca de R$ 3,1 bilhões, precisam partir da própria TLSA e de parceiros, como investidores e clientes de cargas ainda a serem prospectados.












O Governo Federal fechou a engenharia financeira que vai permitir a retomada imediata das obras da Ferrovia Transnordestina, cujo plano prevê 1.728 quilômetros interligando os estados do Piauí, Ceará e Pernambuco. Serão R$ 430 milhões, sendo R$ 300 milhões do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor), administrado pelo Ministério da Integração Nacional. A diferença de R$ 130 milhões virá de outras fontes federais de fomento à infraestrutura.




O município de Juazeiro (BA), segue inaugurando e executando obras. A atual gestão afirma que o município recebeu o maior número de obras dos últimos anos. Isaac Carvalho( PCdoB), está finalizando um ciclo de duas gestões seguidas à frente da cidade baiana e elenca parte das obras finalizadas e as que ainda estão sendo executadas.
A Assessoria da Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (Apami) informou, na manhã desta segunda-feira (21), que as obras do Hospital Dom Tomás serão interrompidas devido a dificuldade financeira que a instituição está passando. Além da interrupção das obras, o Centro de Oncologia Dr. Muccini não receberá novos pacientes.


