Petrolina ganha três pontos de arrecadação de donativos para desabrigados em Bodocó

Doações deixadas na delegacia de Ouricuri (PE).(Foto: Polícia Civil)

As chuvas da última semana desabrigaram famílias em Bodocó e em todo estado pessoas se mobilizam para arrecadar donativos. Em Petrolina, além das delegacias da Polícia Civil, três pontos foram montados nesse final de semana na cidade.

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As doações de alimentos, roupas, cobertores e produtos de higiene para os 817 desabrigados em Bodocó podem ser feitas na Avenida Honorato Viana, 359, Gercino Coelho (LOCAR), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Aos sábados, o horário das doações é das 8h às 12h.

No bairro Atrás da Banca foi montado outro ponto de arrecadação, na Rua São Francisco, n°549, primeiro andar. As doações podem ser feitas das 7h às 13h. Quem preferir pode procurar o Posto Paizão, na Rodovia BR-428, no KM 125, na saída para Recife, onde as doações podem ser feitas a qualquer hora do dia.

Deputados visitam Bodocó e garantem ajuda ao município após chuvas

Em calamidade pública após as chuvas dessa semana, o município de Bodocó recebeu a visita de depois deputados, os quais garantiram apoio para a recuperação da cidade. O prefeito Túlio Alves esteve acompanhado da deputada estadual Socorro Pimentel e do deputado federal Fernando Filho, que visitaram os locais atingidos pela chuva.

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A deputada Socorro Pimentel, juntamente com o prefeito de Araripina, ofereceu ajuda para a realização de serviços de saúde. Já Fernando Filho solicitou apoio da Defesa Civil Nacional, para adoção de medidas emergenciais na cidade.

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Pernambuco registra mais de 55 mil desabrigados

(Foto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco)

Dados divulgados pelo Governo do Estado, durante a noite de terça-feira (30) revelam que mais de 55 mil pessoas estão desabrigadas e desalojadas por conta das chuvas em Pernambuco.

Das mais de 55 mil pessoas, 3.081 estão desabrigadas – perderam as casas – e 52.095 pessoas estão desalojadas – estão em abrigos ou moradia de parentes.

Ao todo, 55.176 pessoas foram obrigadas a deixas as casas por causa das enchentes. Ainda segundo o Governo de Pernambuco, 29 cidades registraram chuvas. No entanto, 24 municípios decretaram estado de emergência.

Com informações do FolhaPE

Pernambuco já soma mais de 44 mil desabrigados pela chuva

Ao todo, são 23 municípios atingidos, sendo 14 em estado de calamidade pública

Após dois dias de chuvas que atingiram principalmente a Zona da Mata Sul e parte do Agreste pernambucano, mais de 44 mil estão desabrigados e desalojados no estado. Até o momento, 2.656 pessoas perderam suas casas e foram encaminhadas para prédios públicos. Já o número de desalojados chegou a 41.145 nesta segunda-feira. Além disso, há três mortes e dois desaparecidos. Ao todo, são 23 municípios atingidos, sendo 14 em estado de calamidade pública, além de Caruaru, que decretou estado de emergência. No Recife, não houve ocorrências.
A Mata Sul foi a região mais prejudicada. As situações mais críticas se encontram em Ribeirão – onde o Rio Amaraji subiu 2 metros além do seu limite máximo -, além de Joaquim Nabuco, Sirinhaém e Barra de Sirinhaém que estão com os sistemas de fornecimento de água suspenso ou parcialmente afetados em função de inundações, níveis de turbidez da água, falta de energia, entre outros problemas provocados pela intensidade das chuvas.

Novo alerta de chuvas fortes
Na tarde de hoje, a Agência Pernambucana de Águas e Clima emitiu um novo alerta de chuvas para as próximas 24 horas. Segundo o órgão, há probabilidade de ocorrência de chuvas de intensidade moderada a forte até terça-feira. As áreas mais atingidas serão Mata Norte, Mata Sul e Região Metropolitana do Recife.
Com informações do Diário de Pernambuco.

Chuvas em Pernambuco deixam 35 mil desabrigados

Várias casas foram destruídas pela força das chuvas. (Foto: Internet)

O secretário executivo da Defesa Civil do Estado, tenente coronel Fábio Rosendo, afirmou nesta segunda-feira (29) que o número de municípios em situação de emergência é muito volátil em Pernambuco. Foi anunciado no início do dia que havia 15 deles em estado de emergência, mas, por volta das 10h, o número mudou para 14. Uma equipe da Defesa Civil foi enviada a Gravatá, no Agreste, que pode aumentar essa lista.

Decretaram emergência até agora: Água Preta, Amaragi, Barra de Guabiraba, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Gameleira, Jaqueira, Marial, Palmares, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul.

O número de desabrigados e desalojados também vai mudando de acordo com a chegada das equipes da Defesa Civil. às 11h já eram 35 mil. Essas pessoas estão sendo orientadas a se abrigar em escolas municipais e estaduais de cada cidade.

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Por conta das chuvas, Governo decreta emergência em Maceió e Marechal

(Foto: Compesa/Divulgação)

Uma semana de chuva forte, obrigou neste domingo (28) mais de mil famílias a deixar as suas casas em Alagoas, informou o governo do estado. Na capital, Maceió, há 212 famílias desabrigadas e outras 650 desalojadas (tiveram de buscar abrigo em casa de amigos ou parentes).

Em Maceió, 4 pessoas morreram e outras 4 ainda estão desaparecidas. Os estragos se intensificaram a partir da madrugada de sábado (27).  As chuvas causaram deslizamentos de barreiras, elevação de rios e alagamentos na capital e interior.

Além da capital, as pessoas tiveram de deixar as casas em outras três cidades da Grande Maceió: Marechal Deodoro (250 famílias desabrigadas), Pilar (30 desabrigadas e 35 desalojadas), Atalaia (200 desalojadas).

Por causa dos danos, o governador Renan Filho decretou situação de emergência em Maceió e Marechal Deodoro, na região Metropolitana. A informação foi divulgada neste domingo (28), pela Secretaria de Comunicação. Além dessas duas cidades, prefeituras de Pilar e Rio largo também decretaram emergência. Em Paulo Jacinto, o prefeito decretou estado de alerta.

Com informações do G1

Terra não para de tremer na Itália e 100 réplicas são sentidas

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Terremotos em série causam prejuízos à Itália e desabrigam mais de 4 mil pessoasMatteo Crocchioni/Agência Lusa

Dois dias após os terremotos que atingiram a região central da Itália, a terra ainda não parou de tremer no país. Segundo dados do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), foram registradas mais de 100 réplicas no território na madrugada e manhã desta sexta-feira (28). A mais forte foi de 3,5 graus na escala Richter às 4h13 (00h13 no horário de Brasília).

Mais de quatro mil pessoas continuam desabrigadas na província de Macerata e estão hospedadas em estruturas provisórias, estádios esportivos e algumas tendas. Alguns daqueles que perderam suas casas já foram transferidos para hotéis da cidade de Visso, onde deve ser o destino de mais desabrigados. As escolas também permanecerão fechadas até o dia 31 de outubro.

Segundo o presidente do INGV, Carlo Doglioni, a região central do país se tornou “mais instável” nos últimos anos e novos terremotos de grande magnitude não estão descartados.

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