Nove trabalhadores em condições análogas à escravidão são resgatados em Pernambuco

Segundo a Auditoria Fiscal do Trabalho (AFT), o resgate aconteceu na cidade de Santa Cruz, no Sertão. Os trabalhadores eram submetidos à condições “degradantes”, aponta o órgão

Nove trabalhadores em condições análogas à escravidão foram resgatados pela Auditoria Fiscal do Trabalho (AFT) na cidade de Santa Cruz, no Sertão de Pernambuco. As fiscalizações do órgão aconteceram entre 30 de junho e 8 de julho de 2026, em obras públicas de pavimentação e pedreiras. As informações foram divulgadas nesta segunda (13).

Os trabalhadores atuavam no assentamento de pavimento em vias públicas e na extração e corte de pedras nas pedreiras que abasteciam as obras, realizadas por três empresas de construção civil contratadas por entes públicos. As corporações foram autuadas após as fiscalizações.

A Bahia também foi alvo de fiscalizações. Em território bahiano, 20 trabalhadores foram resgatados também em condições análogas às de escravo, nas cidades de Casa Nova e Sento Sé, no Sertão do estado.

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EStupro

Na última quinta-feira (26), o Brasil e o mundo assistiram estarrecidos a notícia de uma adolescente que foi vítima de estupro praticado por 33 homens,  segundo relatos da própria garota , ela teria ido a casa do namorado na sexta e só acordou no domingo, sem o celular por isso teria voltado para buscá-lo, ocasião que o crime ocorreu.O estupro, se deu na comunidade de Morro São João, Jacarepaguá, (RJ),foi filmado e divulgado no perfil do Twitter de um dos autores do crime.

Em entrevista a adolescente aos prantos  afirmou que ” não dói o útero, dói a alma”.

O estupro é um dos crimes violentos que mais cresce em incidência. Apenas aproximadamente 50% dos estupros são notificados, pois a maioria das mulheres se sente envergonhadas em ir a uma delegacia fazer corpo de delito. Mais do que um ato sexual, o estupro é um ataque agressivo, com expressão sexual. Desencadeia reações emocionais complexas por parte da vítima, frequentemente mais significativas do que o dano físico.

Durante a última década, as perspectivas sociais e psicológicas do estupro evoluíram significativamente. O estupro passou a ser encarado como crime de violência que pode ou não incluir excitação sexual por parte do agressor. Na maioria dos casos a motivação do estuprador parece ser a degradação e a dominação da vítima, em vez da obtenção de relações sexuais não acessíveis de outra forma. Esses achados ajudam a explicar os sentimentos da vítima e as sequelas psicológicas que podem ocorrer.

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