Alunos de escola no João de Deus recebem aula de combate ao mosquito da Dengue

Combate a dengue João de Deus

Nesta sexta-feira (19), mais de 400 crianças, de  6 a 11 anos, participaram de uma grande ação de combate ao mosquito Aedes aegypti, na Escola Municipal Professora Luiza de Castro Ferreira e Silva, João de Deus. A ação foi promovida pela Secretaria de Saúde de Petrolina, dentro da Mobilização Nacional da Educação contra o Aedes aegypti.

Sobre o objetivo da ação a secretária de Saúde, Lucia Giesta, destacou que as crianças são grandes multiplicadoras da informação e de maneira lúdica, a pasta procura orientá-las sobre cuidados que devem ser tomados para evitar a proliferação do mosquito Aedes e sobre os sintomas das doenças transmitidas por ele, para que, em casa, essas crianças possam repassar as informações aos seus pais.

Aluno do 2º ano, Giovani Dias Rodrigues, 7 anos, já anunciou que vai passar o que aprendeu adiante. “Eu aprendi que a gente não pode deixar água parada porque água parada é a casa do mosquito, agora eu vou contar para a minha mãe”, disse o garoto.

Crianças ateiam fogo em casa do Residencial Brasil, mas saem ilesas

Incêndio Residencial Brasil 01

A imprensa noticia com frequências casos de acidentes provocados por crianças deixadas em casa pelos pais, felizmente desta vez o desfecho não foi trágico no Residencial Brasil, em Petrolina-PE.

Incêndio Residencial Brasil 03

De acordo com relatos de moradores a mãe deixou os filhos, duas crianças, uma menina e um menino, dentro do quarto havia um fogão, o menino foi brincar com o fogo e as chamas se espalharam pela casa.

Incêndio Residencial Brasil 02

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas ao chegar ao local alguns populares já tinham arrobando as portas da residência e resgatado as crianças que não sofreram nenhum ferimento.

Celpe envia alerta aos pais para evitar acidentes com crianças no período de férias

Ferias escolares 1

Com a finalidade de orientar as famílias, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) alerta a população para alguns cuidados e recomendações simples, mas que garantem a segurança dos pequenos e tranquilidade dos adultos principalmente no período de férias escolares.

A primeira ação, e a mais básica, é manter as crianças longe de tomadas, fios e aparelhos elétricos. No caso de tomadas, devem ser utilizados protetores para que não sejam introduzidos objetos metálicos, caso muito comum devido à curiosidade das crianças. Usar o “T” (benjamim) e extensões de maneira definitiva também é perigoso, além de sobrecarregar as tomadas, pode causar curtos circuitos e incêndios.

Sempre que for utilizar equipamentos, como a geladeira, é preciso estar atento para não manuseá-la com os pés descalços e nunca manter contato com o eletrodoméstico quando o corpo estiver molhado.

Esse cuidado deve ser ainda maior nas casas com piscina ou na praia, uma vez que é comum as pessoas saírem molhadas e abrir freezers e refrigeradores. A Celpe lembra que água e energia não combinam. Nessas áreas molhadas, a Celpe lembra a obrigatoriedade da instalação do condutor de aterramento, mais conhecido como “fio terra”, conforme exigência da NBR 5410 (Instalações Elétricas em Baixa Tensão).

Equipamentos eletroeletrônicos, como videogames e computadores, devem ser ligados ou desligados da tomada por um adulto, sempre utilizando o plugue e jamais puxando diretamente o fio. A fiação, inclusive, deve estar em perfeitas condições. Se o cabo apresentar algum desgaste no isolamento, o aparelho não deve ser conectado à tomado, caso contrário pode representar perigo de choque elétrico.

 Principais dicas para evitar acidentes com crianças:

  1. Mantenha as instalações elétricas em bom estado. Não use fios emendados, velhos ou danificados;
  2. Água e eletricidade não combinam: mantenha os aparelhos elétricos longe de água e ao utilizar qualquer equipamento esteja sempre calçado e com as mãos enxutas;
  3. Mantenha as crianças longe de tomadas, fios e aparelhos elétricos. Use tomadas no novo padrão do Inmetro ou utilize protetores;
  4. Ao ligar ou desligar um eletrodoméstico da tomada, segure pelo plugue (parte rígida isolante), e nunca puxe pelo fio;
  5. Fique atento: usar o “T” (benjamim) ou extensões, em caráter definitivo, é perigoso, podendo causar curtos circuitos e incêndio;
  6. É extremamente perigoso subir em postes, torres de alta tensão ou invadir subestações. Mantenha distância de fio caído ou partido, previna as pessoas para que se afastem do local e ligue de imediato para a Celpe.
  7. Para soltar pipas procure lugares abertos, afastados da rede elétrica. Além disso, não use cerol ou fio metálico. E se a pipa ficar presa nos fios elétricos, nunca tente retirá-la;
  8. Energizar cercas, muros ou portões pode causar acidentes.
  9. Nunca use fios metálicos nem papel laminado para confeccionar a pipa, eles são como condutores de energia e podem causar choques fatais;
  10. Se a pipa ficar presa nos fios elétricos, nunca tente retirá-las;
  11. Não use cerol. Além do risco de ferir ou mesmo matar, o cerol costuma cortar os fios;
  12. Não jogue objetos na rede de energia elétrica, como arames, correntes e cabos de aço, além de causar interrupções no fornecimento, há grande risco de provocar acidentes;
  13. Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte. Em caso de relâmpagos, recolha a pipa imediatamente

Relembre crianças que emocionaram a internet em 2015

Vítimas dos conflitos

Uma das imagens mais icônicas deste ano mostra uma menina com os braços levantados em um campo de refugiados na Síria. Ela teria confundido a câmera com uma arma e, por isso, se rendeu.

De acordo com a BBC, a foto foi tirada em dezembro de 2014 pelo fotógrafo turco Osman Sagirli e mostra a pequena Hudea, de 4 anos. Uma das lições que essa imagem pode nos mostrar é como as crianças, sem entender ou fazer parte da guerra, são suas grandes vítimas.

Outra imagem que ganhou destaque, desta vez em meio à onda migratória na Europa, foi um desenho feito por uma criança refugiada e que emocionou policiais da Baviera (Alemanha). Um pouco de como seria ver os conflitos através dos olhos de uma criança.

Solidariedade 

Falando sobre generosidade, outro ato que chamou atenção nas redes sociais foi a ação espontânea de um garotinho que viu um morador de rua do lado de fora da lanchonete onde ele estava com a mãe.

Curioso e comovido, Josiah Duncan, de 5 anos, pediu para a mãe comprar comida para aquele homem. Ela convidou o sem-teto para o restaurante, a fim de pagar uma refeição para ele. Antes, o menino fez questão de rezar com o morador de rua, o que emocionou todos os que estavam ali.

Escolas públicas se destacam por bons indicadores, em meio a situações adversas

crianças escolhas

No Brasil, 35 escolas públicas se destacam por conseguir, mesmo em condições adversas, garantir um bom aprendizado aos alunos no ensino fundamental. São escolas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico em diferentes regiões do Brasil e conseguem que eles avancem juntos e tenham bons desempenhos nas avaliações nacionais. Os dados são da pesquisa Excelência com Equidade – Os desafios dos anos finais do ensino fundamental.

O estudo mapeia elementos que são comum às escolas e que podem ser replicados em larga escala para melhorar as etapas de ensino. Primeiro, é preciso assegurar condições para que os alunos frequentem e não abandonem a escola. Além disso, o tempo pedagógico é garantido, ou seja, o tempo que o estudante está na escola é ocupado com aulas ou outras atividades que vão ajudar no desenvolvimento. “Educação é um direito independente do contexto social. Todo aluno tem que ter o direito ao aprendizado garantido”, diz o coordenador da Fundação Lemann e coordenador geral da pesquisa, Ernesto Faria.

Nessas escolas, o trabalho dos professores é pautado por avaliações, feitas sistematicamente para medir o aprendizado e orientar as aulas. Além disso, a Secretaria de Educação oferece suporte pedagógico e estrutural e os gestores atuam para fortalecer o vínculo dos profissionais com as escolas. Os professores também levam em conta o contexto de vida dos alunos na prática educacional. Por fim, são feitas mudanças na prática em sala de aula, para melhorar a aprendizagem dos alunos.

“É importante porque não é por um contexto mais vulnerável que se pode perder o aluno. Não se pode cair na armadilha de olhar apenas para o aluno mais engajado, todo aluno importa”, diz Faria. As escolas atendem alunos de baixo nível socio economico, têm um alto percentual de alunos com aprendizado adequado em português e matemática, mostraram evolução no desempenho dos alunos na Prova Brasil, de 2009 a 2013, e pertencem a redes de ensino que melhoraram como um todo nos últimos anos.

A pesquisa avalia escolas em diferentes contextos – urbanas e rurais – inseridas em grandes capitais e em pequenos municípios, com muitos ou poucos alunos.  “O estudo desmonta mitos relacionados à educação que são bastante difundidos. O primeiro, é que escola pública é ruim. O segundo, é que criança pobre não aprende. O estudo mostra que as escolas públicas conseguem fazer um trabalho de altíssimo nível”, diz a consultora do Itaú BBA, Ana Inoue.

Excelência com equidade 

A pesquisa, feita em parceria pela Fundação Lemann, Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo e Itaú BBA, dá continuidade ao estudo lançado no ano passado, referente aos anos iniciais do ensino fundamental, período que vai do 1º ao 5º ano. Agora foi analisado o período escolar do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. Se na primeira pesquisa foram encontradas 215 escolas públicas que garantiam educação de qualidade a estudantes de baixa renda, esse número, usados os mesmos critérios, cairia para apenas três nos anos finais do ensino fundamental.

O grupo decidiu então flexibilizar os critérios considerando, entre outros, não apenas os resultados finais, mais o quanto essas escolas evoluíram nos últimos anos, o que elevou o número de escolas a 35, com experiências que podem ser compartilhadas.

De acordo com a pesquisa, a baixa quantidade de escolas evidencia os desafios específicos dos anos finais do ensino fundamental. Entre eles, a heterogeneidade das turmas. A evasão escolar e as defasagens acumuladas no percurso escolar têm mais impacto nos anos finais do ensino fundamental, do que nos iniciais, quando os alunos são mais jovens e estão no início da vida escolar.

O estudo, divulgado esta semana está disponível na internet.

Foto eleita pela Unicef mostra desespero de crianças

imagem unicef

Uma imagem que mostra o desespero de duas crianças refugiadas na fronteira da Grécia com a Macedónia foi eleita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) como a fotografia do ano 2015. A foto do repórter fotográfico da Macedónia Georgi Licovski, da Agência Europeia de Fotografia (EPA), mostra um menino de mãos dadas com uma menina que chorava inconsolável em meio a membros de forças armadas e refugiados que tentavam passar pela fronteira da Macedônia com a Grécia.

A apresentação da fotografia premiada pelo UNICEF ocorreu em Berlim, na Alemanha. O fotógrafo reconheceu que não foi fácil tirar fotografias destas pessoas. Uma série fotográfica realizada pelo sueco Magnus Wennman, que mostrou crianças exaustas dormindo em florestas, em estações de comboios, deitadas em colchões velhos, durante o percurso da Síria para a Europa, foi ficou com o segundo lugar. A terceira foi uma foto da repórter fotográfica norte-americana Heidi Levine que mostra uma criança palestiniana de cinco anos com uma cicatriz na barriga.

Visita ao parque zoobotânico do 72 BIMtz encanta Crianças da Escola São Domingos Sávio  

Crianças no zoologico do 72 bi

A iniciativa faz parte das ações desenvolvidas pelo IEP em parceria com a Escola Verde para conscientizar as crianças da importância dos cuidados com o meio ambiente, além de subsidiar aprendizado que será aplicado na criação da horta comunitária da escola.

Integrando a pedagogia escolar os estudantes da Escola Municipal São Domingos Sávio, um grupo composto por 50 alunos visitaram nesta quinta-feira (03) no parque zoobotânico do 72 Batalhão de Infantaria Motorizado.

A visita foi acompanhada pelos professores, a Ong Instituto de Educação de Petrolina (IEP) e pela Escola Verde, grupo de conscientização ambiental da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

“Nesse momento que estamos em fase de encerramento do ano letivo, estamos aproveitando ainda para aplicar o máximo de informações sobre consciência ambiental para que no próximo ano todo o aprendizado seja aplicado na prática”, afirmou Sebastiana Nunes, coordenadora do IEP.

 

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