Falta de estrutura causa prejuízo de 150 bilhões por ano ao Brasil

Nas últimas duas décadas, o Brasil investiu em média 2,2% do PIB em infraestrutura, enquanto a média mundial foi de 3,8%.

A cada ano que o Brasil deixa de investir o mínimo necessário para manter a infraestrutura existente, a economia perde R$ 151 bilhões – valor próximo ao déficit primário calculado para o País em 2016.

O resultado dessa conta, feita pela consultoria GO Associados, é perverso: além de manter um transporte de má qualidade e uma oferta restrita de serviços públicos, o baixo investimento no setor representa menos emprego e renda para a população e menos dinheiro nos cofres do governo.

Importante aliado para turbinar o crescimento econômico em qualquer lugar do mundo, o investimento em infraestrutura sempre esteve entre as prioridades anunciadas pelos governos Lula e Dilma. Mas, apesar da criação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os montantes aplicados de 2003 para cá nunca passaram dos 3% do Produto Interno Bruto (PIB) – parâmetro mundial que indica o investimento necessário para manter a estrutura existente.

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89,6 mil servidores e 9,8 mil mortos no Bolsa Família

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Gilmar Mendes autoriza continuação de inquérito contra Aécio

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Flagrante a carro Uber gera multa de R$ 2.500

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PF apura fraude em programa de habitação no Distrito Federal

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Meio Norte
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Diário do Nordeste
Traficante internacional é preso em Fortaleza

Manchetes dos principais jornais do país

O Globo
PIB retrocede cinco anos

Folha de São Paulo
Recessão se aprofunda, mas surgem sinais de estabilização

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PIB cai 0,3% e economia do País volta ao nível de 2011

Jornal do Commercio
Fraudes contaminam Bolsa Família no Recife

Diário de Pernambuco
Relator solicita a cassação de Cunha

Folha de Pernambuco
Câmara aprova reajuste bilionário no funcionalismo

A Tarde
Odebrecht e OAS alinhavam delações e geram tensão

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Tiroteio onde Seleção Brasileira iria treinar deixa dois mortos

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Mais 144 linhas com integração ao metrô

O Dia
INSS suspende antecipação do décimo terceiro de aposentado

Correio Braziliense
Câmara aprova reajuste de ministros e teto salarial vai para R$ 39 mil

Valor Econômico
Crise econômica perde força

Meio Norte
Fim de manobras? Pedida caçasão de Cunha

Diário do Nordeste
13 presos por fraude de R$ 50 milhões na Caixa Econômica

Quase 1 milhão de famílias desceu de classe social, em um ano

Imagem dinheiro

Só no último ano, quase um milhão de famílias desceram um degrau na escala social.Imagem:ilustrativa

Desde de 2008 foi a primeira vez que houve um movimento inverso ao da ascensão socioeconômica que vinha ocorrendo. Um estudo, da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep), mostra que, de 2015 para 2016, a classe que abrange famílias com renda média de R$ 4,9 mil (chamada de B2) perdeu 533,9 mil domicílios. A categoria dos que ganham R$ 2,7 mil (C1) encolheu em 456,6 mil famílias.

Ao mesmo tempo, as classes mais pobres ganharam um reforço. Na categoria em que as famílias têm renda média de R$ 1,6 mil (C2), o incremento foi de 653,6 mil domicílios. Outras 260 mil famílias passaram a fazer parte das classes D e E, com renda média de apenas R$ 768.

“Porcentualmente, esse movimento é pequeno. Mas, em termos absolutos, estamos falando em um acréscimo de mais de 910 mil famílias nas classes pobres em apenas um ano. É um número expressivo”, afirma Luis Pilli, da Abep.

Um resultado que chamou a atenção é que a classe A, a mais rica e que conta com reservas financeiras e de patrimônio para se defender da alta da inflação e do desemprego, cresceu em 109,5 mil famílias no período. Com isso, ao todo, 1,023 milhão de domicílios, ou cerca de 4 milhões de pessoas, se movimentaram de alguma forma na escala social por causa da crise – a maioria, porém, perdendo o status anterior.

Para confirmar dados desta matéria conversamos com Claudete Oliveira dos Santos, professora e jornalista que nos relatou que comprou um imóvel pelo Programa Minha Casa minha vida, com parcelas mensais de R$ 489,56, e que desde o final de 2014 não conseguiu mais pagar as parcelas para não sacrificar, alimentação, educação, e saúde dos demais integrantes da família, estando deste modo na iminência de perder o imóvel, pois segundo a professora as despesas são bem maiores que as receitas.

Com informações Veja on line

Fraudes com o Bolsa Família gira em torno R$ 2,6 bilhões

Bolsa-Família

Levantamento inédito mostra o volume de recursos desviado do programa. Funcionários públicos, mortos e até doadores de campanha estão entre os beneficiados. Imagem:ilustrativa

Daria para fazer quase 30 000 casas pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Somente entre 2013 e 2014, pelo menos 2,6 bilhões de reais do total da verba reservada ao Bolsa Família foram parar no bolso de quem não precisava. A informação é resultado do maior pente-fino já realizado desde o início do programa do governo federal, em 2003. Feito pelo Ministério Público Federal a partir do cruzamento de dados do antigo Ministério do Desenvolvimento Social com informações de órgãos como Receita Federal, Tribunais de Contas e Tribunal Superior Eleitoral, o exame detectou mais de 1 milhão de casos de fraude em todos os estados brasileiros.

O Bolsa Família, um valor mensal a partir de 77 reais por pessoa, é destinado exclusivamente a brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza. A varredura mostrou, no entanto, que entre os que receberam indevidamente o auxílio no período estão funcionários públicos, mortos e até doadores de campanha (veja o quadro na pág. ao lado).

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Com 4 x 1 no Cruzeiro, tricolor ri a toa

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Meirelles defende idade mínima de 65 anos para homens e mulheres

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Começa hoje a 12ª edição da inclusão social

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OAB suspende três advogados no Tribunal de Ética

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Temer manda rever últimos atos de Dilma

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Contra ajustes, sindicalistas e Fiesp pressionam Temer

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Governo e sindicalistas discutem previdência

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Estreia para esquecer

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Equipe de Temer começa sob pressão

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Possível mudança na gestão cambial preocupa mercado

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River a um empate do Título

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Empreiteiros do Ceará rejeitam aumento da carga tributária

Metade dos brasileiros tem medo do desemprego

Metade da população brasileira tem medo de perder o emprego. A mesma fatia acredita que a própria vida pode piorar este ano, de acordo com levantamento realizado pela agência Hello Research. Apesar de parecer simplista associar essa falta de confiança à instabilidade econômica, o diretor de operações da empresa, Denis Bertoncello, diz que não há como dissociar o atual cenário das crises política e econômica. Fatos que têm repercutido também no desempenho das indústrias e do comércio, freando a produção e o consumo.

Essa fragilidade elevou à medida que os conflitos políticos se acentuaram. Dados da pesquisa revelam que, em dezembro, o receio de perder o emprego atingia 36% dos entrevistados, enquanto 54% acreditavam estar seguros e 10% não sabiam.

Três meses depois os números mudaram: 50% disseram ter medo, 35% falaram que temiam. Os 15% restante não opinaram. Em um trimestre, houve o aumento proporcional de 39% do número de pessoas com medo de perder o posto de trabalho.

Manchetes dos principais jornais do país 27/04/2016

O Globo
Preferido de Temer, Meirelles anima mercado

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Para evitar mais impostos, Temer quer ‘cortes radicais’

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PSDB negocia adesão total a eventual governo Temer

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Como reduzir impacto de 11,5% na luz

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Conta de luz 11,5% mais cara

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Lobista confirma que pagou propina a Eduardo Cunha

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Fernando Baiano confirma pagamento de R$ 4 milhões a Cunha

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Comissão derrota governo e elege tucano para relator

O Dia
Um em cada cinco homicídios no Rio foi praticado por policiais

Correio Braziliense
STF mantém prisão do empresário Marcelo Odebrecht

Valor Econômico
“PSDB está conversando bem”, diz Temer sobre negociações com partidos

Meio Norte
Contra H1N1: filas em busca de vacina

Diário do Nordeste
Para vender mais no Dia das Mães, shoppings apostam até nas Olimpíadas

Balança: superávit de US$ 4,4 bilhões é o melhor para março desde 1989

balança comercial

A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 4,435 bilhões em março. É o melhor resultado para meses de março desde o início da série histórica da balança, em 1989. Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O saldo positivo resultou de US$ 15,994 bilhões em exportações e US$ 11,559 bilhões em importações. As vendas externas caíram 5,8% sobre março de 2015 e subiram 3,5% em relação a fevereiro de 2016 segundo o critério da média diária, que mede o valor negociado por dia útil.

Do lado das compras do Brasil no exterior, houve queda de 30% no volume diário negociado na comparação com março de 2015, e de 3,1% na comparação com fevereiro de 2016.

Saiba quanto custará a cerimônia de abertura das Olimpíadas

olimpiadas

A cerimônia de abertura das Olimpíadas vai custar um pouco mais caro que o esperado. Chegou a ser orçada em R$ 160 milhões. O valor definitivo, porém, subiu para R$ 225 milhões.

Apesar dos pedidos feitos diretamente por Dilma Rousseff, a Vale e a Petrobras não colaboraram para o evento, sem repassar um centavo para as Olimpíadas.

Com informações de O Globo

Seleção Brasileira já está no Recife

neymar seleção recife

No início desta tarde de quinta-feira, chegou a capital de Pernambuco, recife, a Seleção Brasileira masculina de futebol. Na porta do hotel, muitas pessoas os aguardavam com euforia. Um a um, os jogadores foram entrando no hotel, mas sem conversar com a imprensa. A saída da Seleção Brasileira para a Arena Pernambuco está programada para as 18h. Antes do reconhecimento do gramado,os atletas falam com a imprensa às 19h.

O confronto entre Brasil e Uruguai, no dia 25 de março, pelas eliminatórias da Copa de 2018, será disputado às 16h (de Brasília), na Arena Pernambuco. O jogo é válido pela quinta rodada da classificação para o Mundial da Rússia.

 

Desemprego em alta, mais de 9,623 milhões de pessoas estão fora do mercado

carteira de trabalho

A taxa de desemprego de 9,5% no trimestre encerrado em janeiro de 2016 é a mais alta da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada no primeiro trimestre de 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O País registrou no mês um número recorde de desempregados medido pela mesma pesquisa: 9,623 milhões de pessoas.

A estimativa de pessoas desocupadas subiu 42,3% no confronto com igual trimestre (novembro, dezembro e janeiro) do ano passado. O resultado equivale a mais 2,860 milhões de pessoas na fila do desemprego.

A população ocupada no País se reduziu em 1,1% no trimestre até janeiro na comparação com o mesmo período de 2015, somando 91 650 milhões de pessoas. Na prática 1 milhão de pessoas a menos passaram a estar nessa estatística.

O emprego formal também recuou no período, quando 1,3 milhão de pessoas no País deixaram de ter carteira de trabalho assinada. A retração foi de 3,6% na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2015. Em relação ao trimestre imediatamente anterior (encerrado em outubro do ano passado), o indicador se manteve estável.

A categoria de empregados no setor privado sem carteira assinada teve redução de 5,9% ante o mesmo trimestre do ano passado.

Com informações do DP

907 casos de microcefalia e lesões neurológicas são confirmados no Brasil

Microcefalia

Chega a 907 o número de bebês com microcefalia ou alterações do sistema nervoso no país, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta terça (22). Ainda são investigados outros 4.293 sob suspeita. O país enfrenta um surto de crianças nascidas com lesões neurológicas associadas à epidemia de zika.

De acordo com dados da Uol, os casos confirmados estão concentrados no Nordeste, mas há confirmações também em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Pará, Rondônia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Do início da epidemia, registrado em outubro, até o dia 19 de março, foram confirmadas 46 mortes durante a gestação ou após o parto por alterações no sistema nervoso central. Ainda é investigada a relação de outras 130 mortes com possíveis decorrências do vírus da zika.