Bolsonaro é orientado a não ir a julgamento, mas ainda não decidiu

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi orientado por sua defesa a não comparecer ao próprio julgamento, cuja fase final está marcada para esta terça-feira (2/9). Os advogados avaliam que a presença do ex-presidente poderia não ser positiva neste momento.

Apesar da recomendação, aliados afirmam que Bolsonaro ainda não decidiu se irá ou não ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Como cumpre prisão domiciliar desde o último mês, por decisão do ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro precisaria de autorização judicial para deixar sua residência e acompanhar a sessão.

PRF realiza maior apreensão de madeira ilegal do país no Sertão de Pernambuco

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou a maior apreensão de madeira ilegal do Brasil durante a operação Rotas da Madeira, realizada entre os dias 17 e 31 de agosto no Sertão de Pernambuco. Foram apreendidos 2.043 m³ de madeira, transportados em 39 caminhões, quantidade suficiente para construir mais de 700 telhados de casas populares.

Durante a fiscalização, foram constatadas diversas irregularidades, como divergência na espécie e no volume declarado, ausência de documentação ambiental e fiscal e transporte de espécies proibidas.

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Planalto é cercado por grades antes do julgamento de Bolsonaro no STF

O Palácio do Planalto amanheceu cercado por grades nesta segunda-feira (1º/9), um dia antes do início da fase final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta trama golpista contra a vitória de Lula (PT) nas eleições de 2022.

O Supremo Tribunal Federal (STF) analisará a denúncia contra Bolsonaro e outros sete réus entre os dias 2 e 12 de setembro.

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Maior Nossa Senhora de Fátima do mundo já impressiona em seus últimos ajustes no Crato

Com 54 metros de altura, a escultura de Nossa Senhora de Fátima construída no município do Crato, no Cariri cearense, já se consolida como a maior do mundo dedicada à santa. Mesmo antes da conclusão, a obra tem chamado a atenção pela dimensão e pelos detalhes que a transformam em referência nacional.

O projeto, assinado pelo artista Ranilson Viana, avança para a etapa de acabamento. Segundo ele, trata-se de um marco histórico para a região: “É uma alegria imensa fazer parte desse projeto. Entregar uma obra desse porte é mais do que erguer uma escultura, é imprimir na história do Crato uma transformação que une arte, fé e beleza para esta e muitas gerações”, afirmou.

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Governo projeta novas sanções dos EUA em meio a julgamento de Bolsonaro no STF

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia a possibilidade de uma nova rodada de sanções dos Estados Unidos contra o Brasil, em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF).

A Primeira Turma do STF inicia na próxima terça-feira (2) a análise do núcleo central de acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa Bolsonaro de atuar como “principal articulador, maior beneficiário e autor” de ações voltadas à manutenção do poder, mesmo após a derrota nas eleições de 2022.

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INSS volta a exigir autorização judicial para empréstimos consignados de pessoas incapazes

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) restabeleceu a exigência de autorização judicial para a contratação de novos empréstimos consignados em benefícios de segurados considerados civilmente incapazes. A medida foi oficializada pela Instrução Normativa (IN) 190/2025, assinada pelo presidente da autarquia, Gilberto Waller Júnior.

Com a mudança, bancos e instituições financeiras ficam proibidos de firmar contratos apenas com a assinatura do representante legal do beneficiário, sem autorização da Justiça. O INSS esclareceu que os contratos formalizados antes da entrada em vigor da nova norma não serão anulados.

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MEC paga sexta parcela do Pé-de-Meia 2025 para estudantes nascidos em novembro e dezembro

(Foto: Reprodução/Internet)

O Ministério da Educação (MEC) inicia, nesta segunda-feira (1º), o pagamento da sexta parcela do programa Pé-de-Meia 2025 para estudantes nascidos em novembro e dezembro. O benefício de R$ 200 será depositado em contas da Caixa Econômica Federal abertas automaticamente em nome dos participantes.

O programa contempla alunos do ensino médio da rede pública regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) inscritos no CadÚnico. Segundo a Caixa, cerca de 3,4 milhões de estudantes receberão o valor até esta segunda-feira.

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Brasil e China terão nova rota marítima comercial

Brasil e China terão, a partir deste sábado (30) uma nova rota de comércio. Ela ligará o porto de Santana, no Amapá, ao de Zhuhai, na China. Segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, a nova rota diminuirá custos e tempo de viagem dos produtos brasileiros até o país asiático.

“Tenho uma boa notícia: no sábado, agora, chega o primeiro navio dessa rota Zhuhai-Santana, no Amapá. Agora o Arco Norte tem mais essa alternativa de rota marítima”, anunciou Góes nesta quinta-feira (28) durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A nova rota ligará o Porto Santana das Docas à chamada Grande Baía (Guangdong-Hong Kong-Macau), onde fica, entre outros portos, o de Gaolan, em Zhuhai – um dos principais terminais da região e ponto estratégico para o fortalecimento do comércio entre os dois países.

De acordo com o ministro, essa rota foi vista pelos governos dos dois países, com potencial para o escoamento de bioprodutos da Amazônia e do Centro Oeste brasileiro. “As vantagens são gigantes. Na comparação com o porto de Santos, a saída de produtos do Centro-Oeste por Santana ou pelo Arco Norte para a Europa diminui, por exemplo, o custo da soja em US$ 14 por tonelada. Se for para a China, a economia é de US$ 7,8 por tonelada. Isso, sem falar do além do tempo de viagem, que diminui”, acrescentou.

A vantagem, segundo Góes, agregará muito no trabalho, no lucro e na recompensa do produtor. Seja ele da Amazônia ou do centro-oeste brasileiro, além de organizar melhor a logística no país. “Daí para frente, vai da nossa capacidade. Da capacidade da Região Amazônica de articular produtos de interesse da China”, completou.

O ministro ressaltou que as cooperações entre Brasil e China têm crescido muito, potencializando ainda mais essa rota, em especial para os produtos da bioeconomia da Amazônia, região que, segundo ele, tem muito por crescer economicamente.“Vai demorar, mas a melhor estratégia para Amazônia é se industrializar. É agregava valor, beneficiar os produtos da Amazônia para agregar valor, gerar emprego e renda. Isso para o açaí, o cacau, o café, a castanha, a madeira, o pescado, a piscicultura e demais atividades, como os fármacos. Temos um potencial grande nos fármacos porque a Amazônia só faz fornecer matéria-prima”, argumentou.

Com um mercado de 1,4 bilhão de pessoas, a China é um dos principais parceiros comerciais do Brasil. “Para você ter uma ideia, o café, que já entra muito forte na China, tem um consumo per capita de um café por mês. Imagina se dobrarmos isso, e passar a ser de dois cafés por mês. Isso vale para o café, para a soja e para o agro de modo geral. Eles têm muito interesse por mel, açaí, chocolate, Cacau”, detalhou ao ressaltar que produtos da biodiversidade têm uma abertura muito grande na China.

Agência Brasil

Multinacional japonesa abre fábrica milionária no Brasil

A empresa multinacional japonesa Yanmar, responsável pela fabricação de máquinas e soluções compactas, vai construir uma nova fábrica em Indaiatuba, no interior de São Paulo, com investimento de R$ 280 milhões. A nova unidade será construída em etapas até 2030, no Distrito Industrial da cidade. O objetivo da nova fábrica é aumentar a capacidade de produção, unificar operações e melhorar os processos. A gigante japonesa atua nos setores:

  • Agrícola;
  • Construção civil;
  • Motores industriais;
  • Marítimos;
  • Sistemas de energia
  • Especificações

A planta da nova fábrica terá 140.000 metros quadrados, cerca do triplo da área atual, e as obras deverão começar nos próximos meses, embora ainda sem data exata definida. Já a primeira fase do projeto, que terá aproximadamente 36.000 metros quadrados, terá operação prevista para 2027. Além disso, a nova fábrica terá uma linha de montagem automatizada com controle automático de torques, sistemas de inspeção e melhorias logísticas. Parte do investimento também será destinado à compra de novos equipamentos e a construção de docas

Emprego- Segundo a empresa, a nova unidade deve gerar cerca de 100 empregos diretos e indiretos até 2029. Após a conclusão da nova estrutura, a Yanmar aumentará sua produção de tratores de 5 mil para 7 mil unidades por ano.

Ações sustentáveis – O projeto incluirá ações sustentáveis, alinhadas ao plano de negócios global da companhia, como:aproveitamento de luz natural; automação da iluminação; uso de energia fotovoltaica. A empresa quer reduzir emissões e promover eficiência energética.

A Tarde

Em evento no Rio, Moraes diz que Brasil tem histórico de golpismo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse na sexta-feira (22) que o Brasil tem um “histórico de golpismo”. Relator das ações penais sobre a trama golpista ocorrida no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Moraes participou de um evento com empresários no Rio de Janeiro.

Durante a palestra, o ministro fez um histórico sobre a redemocratização do país desde a promulgação da Constituição de 1988 e disse que, apesar do histórico de golpes de Estado no Brasil, o Poder Judiciário se mantém independente. Na avaliação dele, estabilidade democrática não significa tranquilidade, mas contar com os mecanismos constitucionais para garantir a normalidade democrática.

“Apesar de todos os ataques, nós mantivemos o Poder Judiciário independente no Brasil, um Poder Judiciário independente e respeitado. O respeito se dá pela independência. Judiciário vassalo, covarde, que quer fazer acordos para que o país momentaneamente deixe de estar conturbado, não é independente”, afirmou. Moraes também disse que a “impunidade, a omissão e covardia” nunca deram certo em nenhum país do mundo.

“O Judiciário é independente e corajoso. Ataques podem continuar de dentro ou de fora. Juiz que não a resiste a pressão, que mude de profissão, faça outra coisa na vida. O Judiciário cresce na pressão”, completou. Moraes é o relator de diversas investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, entre elas, a ação penal do núcleo 1 da trama golpista, que será julgada pelo Supremo a partir do dia 2 de setembro. O ministro também é alvo de aliados de Bolsonaro, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impôs sanções pessoais a ministros do STF, além de tarifas de 50% para produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano.

Lei Magnitsky
No mês passado, os Estados Unidos anunciaram sanções financeiras contra o ministro, com base Lei Magnitsky, norma norte-americana que prevê a aplicação de restrições para quem é considerado violador de direitos humanos. A lei prevê o bloqueio de contas bancárias, ativos e aplicações financeiras nos Estados Unidos, a proibição de transações com empresas americanas que estão no Brasil, além do impedimento de entrada no país. Apesar das sanções, a medida teve impacto reduzido. Moraes não tem bens nem contas em bancos sediados naquele país.  O ministro também não tem o costume de viajar para os Estados Unidos.

Agência Brasil

Associação de médicos cubanos repudia ação dos EUA contra Mais Médicos

A Associação dos Médicos Cubanos no Brasil (Aspromed) repudiou as sanções do governo dos Estados Unidos a gestores públicos envolvidos com a estruturação do programa Mais Médicos, além de declarar apoio à cooperação de longa data entre Cuba e Brasil na área da saúde.

Nesta semana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos revogou os vistos de funcionários do governo brasileiro ligados à implementação do programa Mais Médicos. Foram cancelados os vistos de Mozart Julio Tabosa Sales, secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais da pasta e atual coordenador-geral para COP30. Também foram sancionados o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e seus familiares.

Em comunicado, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, justifica que os servidores teriam contribuído para um “esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano” por meio do Mais Médicos. Em nota de repúdio, a Aspromed destacou o papel do Mais Médicos como política de saúde pública com o objetivo de garantir o direito à saúde para todos, “especialmente para a população de baixa renda que vive em regiões menos privilegiadas por todo o país”.

Afastando a tese do Secretário de Estado dos Estados Unidos, a diretoria da associação afirmou que os médicos cubanos que permanecem no Brasil o fazem por escolha própria. “Muitos já naturalizados, com famílias brasileiras e laços afetivos profundos com o país, continuarão atuando com dedicação junto às comunidades mais carentes, levando atendimento e cuidado a pessoas que vivem em condições adversas, nos rincões mais distantes do território nacional”, defendeu a nota.

Segundo a Aspromed, os 18 mil médicos que atuaram no programa realizaram cerca de 63 milhões de atendimentos, “fortalecendo e legitimando o maior sistema de saúde do mundo, universal, público e gratuito, o SUS”. O convênio com Cuba terminou em 2018 e parte dos médicos optou por permanecer no país, 2,5 mil segundo estimativa da associação. O programa atendeu pequenas cidades e distritos indígenas onde a presença de profissionais de saúde era historicamente menor, mas também foi marcante em periferias das grandes metrópoles.

Agência Brasil

Editorial: Censura por procuração: o velho projeto de controle volta à cena

O Brasil está às portas de um retrocesso perigoso. Depois de o STF ter rasgado o espírito do artigo 19 do Marco Civil e decidido que plataformas podem ser responsabilizadas (sem ordem judicial prévia) por publicações de usuários, abrindo a porteira para remoções administrativas, o governo Lula tenta “sacramentar” no Congresso um projeto que amplia essa lógica e a transforma em política de Estado. A decisão do STF, fixada em 26 de junho de 2025, tornou as redes diretamente responsáveis por “postagens ilegais”, relativizando a exigência de intervenção judicial e dizendo que as regras atuais “não são suficientes”. É a antessala da censura por atalhos.

Agora, chega a minuta do Executivo: um texto que escala sanções contra plataformas, de advertências e multas até o desligamento provisório por até dois meses, sem necessidade de decisão judicial, caso não removam “conteúdos ilícitos”. E “ilícito”, ensina o noticiário, vai de crimes gravíssimos (como pedofilia) a formulações elásticas como “ataques à democracia”, um balaio conceitual pronto para uso político. As reportagens que tiveram acesso à minuta são explícitas ao mencionar o botão de desligar e a criação de um órgão federal para mandar nas redes. Na prática, um departamento de censura. Isso não é defesa da lei; é atalho autoritário.

O próprio Planalto confirmou, nos últimos dias, a intenção de enviar um projeto de lei para “regular” redes sociais e big techs, vendendo-o como proteção de “crianças e adolescentes”. É a velha técnica do “por motivo nobre”: quem poderia ser contra proteger crianças? Mas a embalagem não muda o conteúdo principalmente quando o texto abre a possibilidade de suspensão administrativa de serviços essenciais à conversação pública. A boa política enfrenta crimes com devido processo legal e juiz natural, não com canetaços de burocratas.

É preciso dizer com todas as letras: conteúdo criminoso se combate com Código Penal, investigação e ordem judicial. Misturar crimes incontestáveis com categorias nebulosas “ataques à democracia”, “violência política”  e entregar a interpretação a um órgão do Executivo é construir um aparelho punitivo discricionário. Hoje desliga uma plataforma porque “não cooperou”; amanhã manda remover uma reportagem incômoda sob o mesmo pretexto. O risco não é teórico; ele nasce do desenho institucional proposto.

Não é a primeira investida do petismo contra a liberdade de expressão. Em 2004, o governo tentou criar o Conselho Federal de Jornalismo, um ente com poder disciplinar sobre a imprensa, que naufragou após forte reação de entidades e redações. A memória é curta, mas os arquivos não mentem. A tentação de “controle social da mídia” é um fio vermelho que atravessa diferentes momentos do projeto de poder do PT.

Diante desse histórico, a combinação é explosiva: um STF que recentralizou o poder de definir o que fica e o que cai das redes (sem ordem judicial prévia), e um governo que pretende criar um órgão administrativo com poder de censura de fato. Não há democracia robusta onde o fluxo da informação depende do humor do príncipe ou do parecer do comissário. Democracia se protege com liberdade, transparência e responsabilização a posteriori, não com mordaças preventivas.

Waldiney Passos

Municípios gastam bilhões com estradas vicinais enquanto repasses federais são insuficientes, aponta CNM

Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgado nesta terça-feira (12) mostra que os municípios brasileiros gastam cerca de R$ 3,6 bilhões por ano na manutenção de estradas vicinais, enquanto os repasses federais para essa finalidade somam apenas R$ 371 milhões anuais, totalizando cerca de R$ 11 bilhões nos últimos 30 anos.

A insuficiência de recursos compromete a mobilidade da população rural, o escoamento da produção agrícola e o desenvolvimento econômico local.

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Tarcísio de Freitas critica governo federal e defende “nova safra de governadores”

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (13) que o Brasil “não aguenta mais o PT” e “não aguenta mais o Lula”. As declarações foram feitas durante o AgroFórum, evento promovido pelo BTG Pactual.

Ao lado dos governadores Ronaldo Caiado (União), Ratinho Jr (PSD) e Eduardo Leite (PSD), Tarcísio criticou o que considera uma repetição de debates em torno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que o país vem perdendo oportunidades em setores estratégicos, como tecnologia energética, bioeconomia e conhecimento.

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Câmara cria grupo de trabalho para discutir segurança de crianças e adolescentes na internet

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a criação de um grupo de trabalho com prazo de 30 dias para apresentar propostas que garantam a segurança de crianças e adolescentes na internet. Segundo Motta, a proteção da infância é um dever que antecede partidos e ideologias.

O anúncio foi motivado por denúncias de adultização e exploração de jovens nas redes sociais, como mostrou um vídeo do youtuber Felca, que expôs casos de crianças sexualizadas na internet. “Sou pai de duas crianças. Ao ver aquelas imagens, a primeira reação foi humana, de um pai que se pergunta: que mundo estamos deixando para nossos filhos?”, afirmou Motta.

Para aprofundar a discussão, a Câmara realizará uma comissão geral na próxima quarta-feira (20). Mais de 60 projetos de lei sobre o tema já tramitam na Casa, e o plenário será aberto para que parlamentares e especialistas apresentem suas contribuições.