Érika Leal, repórter da TV Record em Brasília, morre aos 47 anos

Informação foi confirmada pela emissora; jornalista passou dois meses internada e em coma após acidente doméstico. Érika deixa duas filhas, de 19 e 17 anos.

A jornalista Érika Leal, de 47 anos, morreu nesta terça-feira (7) em Brasília após passar cerca de dois meses internada e em coma.
A informação foi confirmada pela TV Record, onde a jornalista trabalhava desde 2019. Segundo a emissora, Érika deu entrada no Hospital Regional da Asa Norte após sofrer um acidente doméstico. Érika deixa duas filhas, de 19 e 17 anos.

Ainda de acordo com a Record, Érika era formada em jornalismo, mestre em interpretação e tradução de idiomas e acumulava experiências profissionais em televisão, rádio, internet, jornal, revista e assessoria de imprensa.

A jornalista também apresentava um programa produzido pelo Ministério Público Federal e exibido pela TV Justiça.

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Medalhista olímpico morre após sofrer acidente doméstico aos 57 anos

O medalhista de bronze na esgrima por equipes nas Olimpíadas de Sydney em 2000, Carlos Alberto Pedroso, faleceu na última quarta-feira, 25, aos 57 anos, em Cienfuegos, Cuba, após sofrer graves queimaduras em um acidente doméstico.

A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Esporte, Educação Física e Recreação (INDER) de Cuba, que lamentou profundamente a perda do esportista que marcou a história olímpica do país.

Segundo o INDER, o acidente causou danos irreparáveis ao medalhista. A imprensa local repercutiu rapidamente o ocorrido. “É uma perda incalculável para o esporte cubano e para todos que admiravam sua trajetória,” destacou uma publicação oficial.

Carlos Pedroso fez história no esporte por sua atuação nos Jogos Olímpicos de Sydney, onde conquistou a medalha de bronze ao lado dos colegas de equipe Nelson Loyola e Iván Trebejo. A conquista foi histórica para Cuba, marcando um dos momentos mais memoráveis da esgrima cubana.

A equipe cubana chegou às semifinais após superar adversários de peso, mas acabou sendo derrotada pela França, que avançou à final. O bronze veio em uma emocionante disputa contra a Coreia do Sul, consolidando o lugar de Carlos Pedroso no pódio olímpico e no coração dos fãs do esporte. “Foi uma batalha de determinação e coragem,” comentou um analista esportivo à época.

A Tarde