Programa Juazeiro Sem Fome arrecada mais de 1 tonelada de alimentos em ações sociais com esporte e solidariedade

O programa Juazeiro Sem Fome, iniciativa da Prefeitura de Juazeiro, realizou ações sociais que arrecadaram mais de 1 tonelada de alimentos na cidade, unindo esporte e solidariedade em prol da comunidade. As doações foram recolhidas durante a Copa Modelo, uma competição de vôlei entre escolas de Juazeiro e Petrolina, que teve como objetivo incentivar a prática esportiva e, ao mesmo tempo, promover a solidariedade entre os jovens.

Jiuly Mariane, vice-diretora de esportes do grêmio estudantil Anísio Teixeira, ressaltou a importância da iniciativa: “Conseguimos contribuir para uma causa social, que é muito importante, além de fortalecer o espírito esportivo e também a integração.” Além disso, a primeira Corrida do CPRN, realizada em comemoração ao Dia do Soldado, também contribuiu para a arrecadação dos alimentos.

“Um dia tão importante para ser celebrado, como o Dia do Soldado, que ainda vai matar a fome de muita gente, através da arrecadação de Alimentos para o programa Juazeiro Sem Fome”, ressaltou o Comandante do Comando de Policiamento da Região Norte (CPRN), Coronel PM Wildon. O programa Juazeiro Sem Fome reafirma o compromisso da Prefeitura com ações que incentivam a solidariedade e promovem o bem-estar da população, mostrando que o esporte pode ser um instrumento poderoso para transformar vidas.

Ascom

Uso do CadÚnico em programas sociais municipais depende de lei local, decide TCE-PE

A utilização do Cadastro Único Federal (CadÚnico) como critério de seleção em programas sociais municipais só pode ocorrer quando houver previsão em lei local. A decisão foi tomada por unanimidade do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE).  A ação foi apresentada pelo prefeito de Itaquitinga, Patrick José de Oliveira, que buscou orientação sobre o programa municipal de distribuição de pescado.

De acordo com o gestor, o termo “população carente”, utilizado para definir os beneficiários, é juridicamente indeterminado, o que levou ao questionamento. Segundo o conselheiro Rodrigo Novaes, relator do processo, o CadÚnico pode ser adotado como parâmetro desde que uma legislação municipal estabeleça os critérios de forma objetiva.

Ainda segundo Novaes, a lei deve garantir transparência, igualdade entre os beneficiários e condições para o controle da política pública. O posicionamento foi aprovado de forma unânime pelo colegiado do TCE-PE.

Diario de Pernambuco