Deputado Adalberto Cavalcanti decide continuar no PTB

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Após uma série de idas e vindas finalmente o deputado federal Adalberto Cavalcanti decidiu em que partido vai ficar para disputar a eleição para prefeito de Petrolina.

O parlamentar tinha trocado o PTB pelo PMB, mas não fechou as portas com Armando Monteiro (ministro). Recentemente, devido a uma saída generalizada dos deputados do PMB, Adalberto teria acertado com o também deputado federal Silvio Costa, seu ingresso no PTdoB, mas agora decidiu permanecer filiado ao PTB. Ele vai continuar como presidente do diretório trabalhista em Petrolina, onde disputará as eleições para prefeito.

Prefeito de Araripina é criticado e de Orocó elogiado na ALEPE

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Nesta segunda(14), em Reunião Plenária na ALEPE, os gestores municipais de Araripina e Orocó, Sertão Pernambucano, foram citados pela deputada Socorro Pimentel (PSL).

Alexandre Arraes, prefeito da cidade de Araripina, Sertão do Estado, recebeu críticas da deputada, por estar segundo ela, com os salários dos professores contratados da rede pública municipal atrasados há seis meses e, além disso, encontram dificuldades para dialogar com a administração. O impasse afeta 11 mil alunos, que ainda aguardam o início do período letivo.

Durante a Reunião Plenária a parlamentar fez um apelo ao gestor municipal:

“Peço ao prefeito, Alexandre Arraes, empenho na solução da questão, pois professores e alunos não podem ser penalizados pelo caos da administração municipal”, disse. Socorro informou que, além dos pagamento  atrasados, os docentes reivindicam o não desconto dos dias parados, reajuste de 15%, apresentação do calendário anual de pagamento e a confecção do plano de cargos e carreiras.

Já, Reginaldo Crateu Cavalcante, o Dédi, prefeito de Orocó, foi elogiado por Socorro, que fez referência a inauguração da escola quilombola e a um posto de saúde, ambos em área de assentamento rural. “Em meio à crise que assola o País, destacam-se aqueles que têm compromisso com o erário público”, pontuou.

 

Mercadante tentou pagar pelo silêncio de Delcídio

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A crise política que assola o Governo Dilma Rousseff ganha novos capítulos a cada dia, nesta terça (15), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que a publicação de apenas alguns trechos da diálogo entre ele e senador Delcídio Amaral, supostamente tentando evitar a delação, teve seu conteúdo destorcido, e tentou eximir a presidente Dilma Rousseff de qualquer responsabilidade em mais escândalo protagonizado por petistas.

A responsabilidade é só minha. A iniciativa foi minha”, disse Mercadante, numa referência à reunião que fez com um assessor de Delcídio e que acabou integrando a delação do petista.

O ministro disse que houve uma “tentativa” de envolvê-lo no caso e nega que tenha tentado impedir a delação. Ele alega que ofereceu ajuda como um gesto “pessoal” de “solidariedade”, uma vez que as filhas do senador estavam sofrendo ataques na internet.

Na delação, Delcídio afirma que o ministro Aloizio Mercadante propôs pagar pelo seu silêncio.

“Falta de gestão e retrato do descaso, marcas do HU de Petrolina, atualmente”, diz Maria Elena

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Na sessão desta terça-feira, 15, na Câmara de Petrolina, a vereadora Maria Elena Alencar, PSB-PE, usou a tribuna da Casa Plínio Amorim para criticar o descaso do Hospital Universitário, mantido pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) que deixou um paciente, um jovem de 17 anos, morrer por falta de atendimento. Ela chamou a atenção do reitor Julianeli Tolentino pelo que chamou de falta de gestão em lidar com situações adversas quando se administra um equipamento da grandeza e importância como é o HU.

“Uma atitude infeliz de quem existe para comandar um serviço para salvar vidas. Como fechar uma emergência de um hospital referência para mais de 50 cidades de estados como PE e BA porque um médico especialista teve que se ausentar e aí a solução é deixar a população sem atendimento e pior, morrer porque não tinha quem atendesse”, questionou a socialista.

Conforme a parlamentar, isso não existe e que se fosse numa unidade de saúde privada, um plano B seria posto em prática para substituir o profissional que não pode atender. “Um plano B tem que existir. Não fechar. Já achei falta de ética profissional se ausentar durante o plantão, mas já que tinha que sair que a direção do hospital providenciasse um substituto imediato. Não fechar. Não se pode optar pelo caminho mais fácil e deixar as pessoas sem atendimento e morrendo. É crime”, atacou a vereadora .

Elena ressalta que falta de gestão, que a decisão foi infeliz e o retrato é de descaso, marcas do HU de Petrolina, atualmente. “Exigimos no alto da tribuna da Casa Plínio Amorim, respeito e providências para que mais pessoas não voltem a morrer à míngua e sim vivam com um serviço digno de saúde. Assim que tem que ser, porque os recursos vêm de impostos que pagamos e não podemos aceitar esse tipo de tratamento com os pacientes que chegam nessa unidade de saúde”, cobrou.

“Aécio recebeu propina de Furnas e agiu para maquiar dados”, diz Delcído

Brasília- DF 10-03-2016 Senador Aécio Neves durante entrevista no salão Azul do senado.Foto Lula Marques/Agência PT

Brasília- DF 10-03-2016 Senador Aécio Neves durante entrevista no salão Azul do senado.Foto Lula Marques/Agência PT

Em delação premiada homologada nesta terça-feira (15), o ex-líder do governo Delcídio do Amaral (PT-MS), acusou o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), de ter recebido propina da usina hidrelétrica de Furnas. Segundo os relatos do petista, que hoje pediu desfiliação do partido, Aécio agiu para maquiar informações do Banco Rural em poder da CPI dos Correios, presidida por Delcídio entre 2005 e 2006. As atividades do colegiado, somadas ao trabalho de órgãos investigadores competentes, resultaram no processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a delação, a quebra dos sigilos do Banco Rural – que teve liquidação judicial decretada pelo Banco Central em 2013, oito anos depois do mensalão – compromete diversos políticos tucanos, entre os quais Aécio. A operação de “maquiagem” dos dados da instituição financeira teve a participação do atual governador do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), então deputado do PSDB e membros da CPI dos Correios.

Em 14 de fevereiro, Delcídio relatou a investigadores da Lava Jato, ainda na condição de preso (o senador está sob regime especial), que a quebra dos sigilos do Banco Rural provocou incômodo nos quadros do PSDB. “Aécio Neves enviou emissários para que o prazo de entrega das quebras de sigilo fossem delongados, com a justificativa, ‘entre aspas’, de que não haveria tempo hábil para preparar essas respostas; que um desses emissários foi o então secretário-geral do PSDB, Eduardo Paes”, diz trecho da delação, em que Delcídio admite ter sido convencido acerca da razoabilidade do pedido, depois percebendo que havia sido enganado.

“Foi com surpresa que o declarante percebeu, ao receber as respostas, que o tempo fora utilizado para maquiar os dados que recebera do Banco Central”, acrescenta o relato.

A acusação de que Aécio recebeu propina originada em Furnas foi feita em um depoimento dado por Delcídio em 12 de fevereiro. Na ocasião, o petista diz que o tucano recebeu o dinheiro ilícito de Furnas “sem dúvida”. Segundo Delcídio, o senador tucano tem uma ligação “muito forte” com o ex-diretor de Engenharia de Furnas Dimas Toledo.

Com informações do Congresso em Foco

Major Enfermeiro reassume vaga na Câmara Municipal a partir de abril

Vereador Major Petrolina

Na manhã desta terça-feira (15), chamou atenção da imprensa do Vale do São Francisco, a presença do vereador licenciado Raimundo Nonato, popular Major Enfermeiro (sem partido) na Câmara de vereadores de Petrolina, mal chegou na Casa, Enfermeiro foi convidado às pressas pelo vereador Alvorlande Cruz (PRTB) para ir tomar um chá no gabinete ainda de Cruz, em uma tentativa de evitar que Nonato explicasse o motivo e a data do seu retorno a Casa, à imprensa. Mas a ação foi frustrada, pois, os comunicadores conseguiram tal intento e entrevistaram Major.

Segundo Enfermeiro, “até o dia 2 de abril voltarei a Casa Plínio Amorim, deixei o PSL e retomarei o meu mandato em um novo partido, mas só vou revelar tudo isso no mês de abril”, disse o vereador licenciado sentado na cadeira do futuro gabinete na Câmara.

Ministro do STF homologa delação de Delcídio do Amaral

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O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça- a delação premiada firmada entre o senador Delcídio do Amaral (sem partido) e a Procuradoria Geral da República (PGR) para colaborar com as investigações da Operação Lava- Jato. Com o material homologado por Zavascki, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir novas investigações ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No dia 3 de março passado, a delação de Delcídio vazou para a imprensa. A revista IstoÉ divulgou detalhes da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) que teria 400 páginas. O senador acusou a presidente Dilma Rousseff de atuar três vezes para interferir na Operação Lava-Jato por meio do Judiciário. “É indiscutível e inegável a movimentação sistemática do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e da própria presidente Dilma Rousseff no sentido de promover a soltura de réus presos na operação”, afirmou Delcídio na delação, segundo a revista. Cardozo deixou esta semana o Ministério da Justiça alegando sofrer pressões do PT.

Uma das investidas da presidente Dilma, segundo Delcídio, passava pela nomeação do desembargador Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). “Tal nomeação seria relevante para o governo”, pois o nomeado cuidaria dos habeas corpus e recursos da Lava Jato no STJ”, afirma a reportagem.

Delcídio contou aos procuradores que a estratégia foi discutida com Dilma no Palácio da Alvorada e que sua tarefa era conversar “com o desembargador Marcelo Navarro, a fim de que ele confirmasse o compromisso de soltura de Marcelo Odebrecht e Otávio Marques de Azevedo”, da Andrade Gutierrez.

Conforme a IstoÉ, Delcídio se reuniu com Navarro no próprio Palácio do Planalto, no andar térreo, em uma pequena sala de espera, o que, segundo o senador, pode ser atestado pelas câmeras de segurança. No STJ, Navarro cumpriu a suposta orientação, mas foi voto vencido.
Na sua delação, Delcídio citou vários nomes, entre eles o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e detalhou os bastidores da compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, entre outros assuntos.

Sigilo
O inteiro teor da delação de Delcídio ainda permanece sob sigilo. Esse segredo poderá poderá cair quando a PGR apresentar denúncias contra os suspeitos ou quando entender que a revelação dos depoimentos não poderia mais prejudicar as investigações.

Moção de repúdio ao reitor da Univasf é discutido na Câmara de vereadores de Petrolina

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O vereador Ronaldo Cancão (sem partido) é autor de um requerimento verbal para feitura de uma moção de repúdio ao reitor da Universidade do Vale do São Francisco (Univasf), Julianeli Tolentino. Segundo o parlamentar, “ um jovem de 17 anos morreu porque o portão do Hospital Universitário estava fechado com um cadeado e a vida do cidadão, é porque é pobre?”, questionou o vereador.

Nesse momento os parlamentares discutem a aprovação do requerimento de Cancão contra a gestão Julianeli.

Câmara tocará o impeachment de Dilma com celeridade, afirma Cunha

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, disse nesta segunda-feira (14) que o impeachment da presidente Dilma Rousseff será tocado com celeridade na Casa a partir de quinta-feira (17), quando já estiverem resolvidas, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), as dúvidas em relação ao andamento do processo. Cunha reafirmou que, depois disso, o prazo de 45 dias será bem plausível, “com todos os percalços”, para a conclusão da análise do impeachment na Câmara. Embora tenha considerado que as manifestações de domingo (13) foram um protesto claro contra o governo, ele explicou que o impeachment será acelerado de fato pela definição do Supremo.

Eduardo Cunha informou que, desde a aceitação do pedido de impeachment de Dilma, a Câmara já recebeu mais de dez requerimentos com o mesmo teor. “Nunca na história deste País houve tantos pedidos de impeachment. Isso mostra que alguma coisa não está legal. É uma situação inédita, e por isso o processo tem de ser acelerado para se que se defina mesmo; temos que definir, independentemente da posição de cada um”, ressaltou.

As manifestações de domingo, segundo ele, podem “acelerar o posicionamento de vários”, mas para o processo na Câmara a maior influência será mesmo a definição do STF.

Lula deve decidir sobre Ministério na terça ou quarta-feira dessa semana

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O ex-presidente Lula em seu apartamento em São Bernardo

Após conversar com a presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira, 14, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que, nesta terça ou quarta-feira devem voltar a se falar para que ele lhe dê uma resposta definitiva sobre o convite para assumir um cargo de ministro.

De acordo com reportagem do Estadão, Lula passou a considerar a hipótese depois que a juíza Maria Priscilla Ernandes, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, decidiu, nesta segunda-feira, 14, transferir para o juiz federal Sérgio Moro, que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância, a decisão sobre o pedido de prisão preventiva contra ele, apresentado pelo Ministério Público de São Paulo no caso do tríplex no Guarujá. “Está quase consolidado que ele vem”, disse uma fonte.

As manifestações contra o governo no último domingo também teriam feito o ex-presidente mudar de ideia. A avaliação é que os protestos mostraram a necessidade de ele assumir uma posição no Planalto.

Apesar de os primeiros sinais serem de que Lula iria para a Casa Civil, ainda não está fechado em que posto ele ficaria. A ideia é que ele tenha um cargo de ministro, no Planalto, e que cuide da articulação política macro. Mesmo neste caso, tanto Jaques Wagner, da Casa Civil, quanto Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo, permaneceriam no Palácio, um deles como assessor especial ou em secretaria executiva.

A ideia inicial é não mexer na estrutura de ministério no governo, mas ambos estão dispostos a abrir mão de seus postos para ceder lugar ao ex-presidente Lula. Os dois, inclusive, trabalharam ativamente para convencer o ex-presidente. Jaques Wagner conversou sobre a vinda de Lula com o ex-ministro Gilberto Carvalho e o presidente do PT, Rui Falcão, para tentarem ajudar a convencer o ex-presidente.

Se de fato aceitar entrar para a equipe de Dilma, Lula ganha a prerrogativa de foro privilegiado de julgamento. Isso significa que qualquer denúncia contra ele teria de ser avaliada pelo Supremo Tribunal Federal, e não pelo juiz Sergio Moro, considerado muito duro com os investigados pela Lava Jato. O ex-presidente, porém, quer desvincular sua eventual ida para o Ministério da obtenção de foro privilegiado. “A possibilidade de Lula vir para o governo é real e concreta, mas a decisão, até agora, está na cabeça dele”, disse o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner. “Todo mundo sabe da capacidade do ex-presidente de articulação política.”

Juíza encaminha para Sergio Moro pedido de prisão de Lula

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A juíza Maria Priscilla Ernandes, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, encaminhou nesta segunda (14) a denúncia e o pedido de prisão preventiva de Luiz Inácio Lula da Silva para a Justiça Federal.

O processo, apresentado pelo Ministério Público de São Paulo, agora será encaminhado ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Moro é o juiz responsável pela denúncia contra Lula na Operação Lava Jato.

“Como consequência  lógica  pela declinação  da  competência, absoluta,  deixo  de analisar  os  pedidos de  cautelares  formulados na denúncia, bem como o pedido de prisão preventiva, entendendo que não há urgência  que  justifique a  análise  por  este Juízo,  até  porque os requerimentos já foram todos divulgados publicamente pelo próprio MPSP, sendo de conhecimento inclusive dos indiciados”, justificou a juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira.

Dança das cadeiras em Casa Nova (BA), prefeito troca diretor do SAAE  

Francielio Gomes Coelho Saae

Após exonerar Fred da Colônia do cargo de diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Casa Nova (SAAE), o prefeito de Casa Nova Wilson Cota (PMDB), assinou a nomeação de Francielio Gomes Coelho para assumir a direção do SAAE.

O novo administrador da autarquia tem o compromisso de continuar obedecendo ao comando de Cota, que segundo fontes, não gosta muito de dar autonomia ao seu secretariado, monitorando cada passo dos comandados. “Muita calma nessa hora qualquer ação que não passar pelo crivo do Executivo Municipal, é rua! ”, diz um vereador da terra dos ventos.

Francielio Gomes o Cielio, como é conhecido, é natural de Casa Nova, do distrito de Santana do Sobrado.

Casa Nova: vereadores votam parecer que rejeita contas da ex-prefeita Dagmar Nogueira nesta terça-feira

Dagmar Nogueira

Nesta terça-feira (15), a ex-prefeita de Casa Nova-BA, Dagmar Nogueira (DEM), vai ter a oportunidade de apresentar sua defesa sobre as contas de sua gestão rejeitadas no ano de 2007. A expectativa da população é grande para saber qual vai ser o posicionamento dos vereadores, principalmente os da situação.

Dagmar vai poder usar a tribuna na Câmara Municipal de Vereadores para apresentar a defesa, logo após terá início a votação que será aberta e por ordem alfabética. Para rejeitar o parecer do TCM Dagmar precisa de 9 votos, ela está confiante, pois acredita que os vereadores votarão de forma técnica e não por paixões políticas.

Presidente do PP fortalece candidatura do Padre Paulo Sérgio em Santa Cruz da Venerada

Padre Paulo Sérgio

A pré-candidatura do Padre Paulo Sérgio na cidade de Santa Cruz da Venerada, sertão de Pernambuco, ganhou um importante reforço neste final de semana.

De passagem pela região do Araripe o Deputado Federal Fernando Monteiro (PP/PE)  manteve uma importante conversa com o grupo de oposição.

Para Monteiro, o motivo de Paulo Sérgio está em outro partido não impedirá o (PP) de apoiar sua pré-candidatura. “Se o padre for o melhor para Santa Cruz e o grupo estiver unido, não importa o partido, por isso esse grupo vai ter nosso apoio e vamos disputar a eleição”, Salientou.

O Deputado destacou ainda a união do grupo e a necessidade de mudança através de pessoas que queiram o bem da população.

Votações no Senado devem ficar em suspenso até o meio da semana

Com o acirramento da tensão política, após o pedido de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Ministério Público de São Paulo, os trabalhos do Senado Federal devem seguir o ritmo do noticiário político na semana que se inicia. A expectativa é que as votações no plenário da Casa fiquem paralisadas pelo menos até a quarta-feira (16), quando o Supremo Tribunal Federal votará os embargos de declaração sobre o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

O aprofundamento das posições radicalizadas na Casa também deve ser um fator que pode dificultar acordos de procedimento para as votações. Caso os senadores consigam vencer as diferenças para permitir os trabalhos no plenário na terça-feira (15), está na pauta a discussão do projeto de lei que trata de mudanças na gestão das empresas estatais.

Independentemente do clima político, os senadores já tem outros assuntos marcados para esta semana. O Conselho de Ética se reunirá na quarta-feira para votar o relatório preliminar do senador Telmário Mota (PDT-PA), que recomenda a abertura de processo contra o senador Delcídio do Amaral (PT-MS). O relatório foi apresentado na última semana, quando foram concedidas vistas coletivas aos membros do conselho.

A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga irregularidades na organização da Copa do Mundo e relacionadas à Confederação Brasileira de Futebol pode reunir-se para ouvir o presidente interino da CBF, Antônio Carlos Nunes Silva. A oitiva está marcada para quarta-feira. Nunes Silva havia sido convocado a depor pelo presidente da CPI, senador Romário (PSB-RJ), que determinou a condução coercitiva dele ao Senado caso se recusasse a comparecer.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, no entanto, caçou a condução coercitiva de na última quinta-feira (10) e concedeu a Nunes Silva a garantia de permanecer calado no depoimento e não assinar nenhum documento se comprometendo a falar a verdade. Se ele decidir não comparecer à CPI novamente – ele já havia justificado que não poderia comparecer nos dias 2 e 3 em razão de compromissos pessoais –, no entanto, o presidente da CBF deverá apresentar sua justificativa. Teori esclareceu que a condução coercitiva pode ser aplicada apenas em caso de falta injustificada no depoimento.

Com informações de Agência Brasil