Atendimento do Samu em Petrolina está comprometido por falta de macas

(Foto: Ascom)

A saúde pública de Petrolina vive mais um episódio preocupante. Depois do anúncio de super lotação no Hospital Universitário (HU) e a consequente interrupção do atendimento a pacientes com necessidade de receber ventilação mecânica, nessa semana o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) paralisou os atendimentos por falta de macas.

A diretora do Samu em Petrolina, Laís Cabral participou, na manhã dessa quinta-feira (12) do programa Super Manhã, na Rádio Jornal Petrolina e relatou que as macas do Serviço estão retidas nos hospitais da região, comprometendo o atendimento ao público.

“Hoje realmente a gente se encontra com muita dificuldade de prestar assistência a essa população devido à falta de macas. A realidade é que nos hospitais que funcionam as redes estão lotados por diversos motivos e sempre que a gente leva um paciente pro HU, pro Regional, pro Dom Malan, pra todos esses hospitais as macas têm ficado retidas por bastante tempo e a gente não consegue fazer mais atendimentos a população”, disse.

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Leitor registra descaso na Maternidade de Juazeiro, Prefeitura afirma que hospital está superlotado

(Foto: Reprodução)

Grávidas aguardando sentadas na recepção do Hospital Materno Infantil, em Juazeiro durante a madrugada. Essa é a realidade das pacientes que precisam ser atendidas na cidade vizinha e a situação tem provocado revolta da acompanhantes e familiares das gestantes.

Um leitor que preferiu permanecer anônimo enviou um desabafo ao nosso Blog, onde relata uma situação ocorrida nessa semana na maternidade. Ele estava acompanhando uma amiga gestante e se deparou com várias grávidas em trabalho de parto, sem poder dar a luz por falta de leito.

Descaso

“É uma covardia, sem um leito para poder ter seu filho com dignidade e respeito. Só levam a gestante para um quarto quando ela já sofreu bastante”, relembra o leitor.

Ainda segundo a denúncia, a mulher grávida que ele acompanhava entrou em trabalho de parto, porém não havia um profissional para atendê-la. “Pior ainda foi quando percebi que ela estava começando a dar a luz em um quarto sozinha, sai correndo atrás de um médico e não tinha ninguém no posto médico”, afirma.

Outro lado

Por meio de uma nota, a Secretaria de Saúde (SESAU) de Juazeiro informou que o Hospital Materno Infantil está superlotado e na última segunda-feira (2), foi solicitado a não regulação de pacientes para a maternidade. Em relação ao atendimento, a SESAU afirma que as pacientes são avaliadas pelos médicos e equipes do hospital.

A nota lembra ainda que o Hospital Materno Infantil realizou 1.350 partos nos três primeiros meses do ano e é a única unidade de baixo risco da região. Confira a seguir a íntegra da nota:

NOTA SESAU

A Secretaria Municipal da Saúde informa que o Hospital Materno infantil encontra-se superlotado, assim como os demais hospitais da região e do Brasil. Na noite da última segunda-feira, 02 a direção da unidade solicitou À Central de Regulação Interestadual de Leitos (CRIL) a não regulação de pacientes para a maternidade municipal. Durante o plantão noturno foi fechado o plantão para regulação sem condições de receber as pacientes, mesmo assim os municípios que fazem parte da Rede PE-BA continuam enviando as gestantes para Juazeiro.

Na chegada à maternidade as pacientes são informadas sobre a superlotação e que não há leitos disponíveis para acolhê-las, mesmo assim o município realiza o atendimento e as mesmas ficam aguardando a liberação dos leitos para serem acomodadas com mais conforto. Todas as pacientes são avaliadas pelos médicos, os exames são realizados, as gestantes são assistidas pelas equipes. De janeiro a março foi realizado mais de 1.350 partos, uma média de 450 partos por mês, a maternidade de Juazeiro é a única de baixo risco na região e não existe outra unidade que possa atender essas gestantes.

“Estou disponível para o partido. Para Petrolina. Para o que for melhor para as pessoas”, afirma Lúcia Giesta

Pré candidata fez balanço de conquistas da gestão Lossio e afirma estar preparada  para a missão que for designada no processo eleitoral deste ano/Foto: Blog

Pré candidata fez balanço de conquistas da gestão Lossio e afirma estar preparada para a missão que for designada no processo eleitoral deste ano/Foto: Blog

A ex secretária de Saúde de Petrolina e agora pré-candidata ao processo eleitoral de 2016 visitou nosso Blog há pouco. Durante cerca de uma hora, numa conversa franca, Lúcia Giesta (PMDB) fez um balanço do período em que esteve à frente da secretaria de Saúde, sobre as conquistas e desafios. Lembrou do período em que passou a integrar a equipe do prefeito Julio Lossio (PMDB), à época, como coordenadora de Saúde Bucal. “Encontramos uma situação bem difícil, mas aos poucos, e com muito trabalho, fomos estruturando e pudemos melhorar o serviço oferecido para a população. No final de 2009, o prefeito me chamou para uma conversa e deu a missão de assumir a Secretaria. Estudei muito, fiz contatos em Brasília e no Recife, fui ver locais com experiências exitosas, para que a gente pudesse dar um salto na saúde pública local”, pontuou.

Sobre o novo desafio, agora na área política, Lúcia não desconversa e assume que está à disposição para trabalhar em cima do projeto de grupo. A pré-candidata afirma manter uma boa relação com todos os outros ex secretários municipais e, também,  postulantes do grupo ao cargo máximo do Executivo Municipal.  “Olha, tenho respeito por todos e o clima é o de trabalhar para fazermos a sucessão. É um desejo de todos nós. Particularmente tenho participado de entrevistas, visitado famílias, conversado com as pessoas. Ouvindo sentimento das comunidades sobre a gestão, sobre o que foi construído e o que desejam para os próximos anos. Tudo isso feito com muita cautela. Os pré-candidatos não devem fazer propaganda e nem projeto, porque isso é prerrogativa do candidato ou candidata que seja escolhido. É um respeito às leis”. E arremata “Estou aqui disponível para o partido, para Petrolina. Para o que for melhor, estou como pré-candidata. Ao que for melhor para todos”.

Outros detalhes da entrevista você acompanha nesta quarta (18) em postagens no nosso Blog.

Leitores denunciam esgotos estourados em vários bairros de Petrolina

Uma grande contradição…. Enquanto população, município e todo país se mobilizam para combater a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, vilão da propagação de doenças como dengue, zika e chikungunya, um outro foco de doenças está ali, aberto para quem quiser ver.

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O esgoto estourado, a céu aberto, para quem quiser e não quiser ver e sentir, está ali na Quadra S do bairro Cohab Massangano, onde crianças tem que conviver com o odor forte de fezes diariamente. E Pior, saltar todos os dias o mar de água suja para poder entrar no educandário.

O mesmo caso se repete na Avenida Dois do Rio Corrente e Rua do Canal no São Gonçalo.

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No São Gonçalo, o problema é judicial e se arrasta há anos. Ministério Público Estadual já deferiu a responsabilidade a Compesa, mas até agora, a população ainda sofre com o descuido do poder público.

No Rio corrente, chega a ser tamanha a quantidade de esgoto estourado, que forma uma  “lagoa” no encontro entre ruas.


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A mesma história se repete nas ruas 05 e 06 do Ouro Preto…

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O que as autoridades parecem esquecer é que doenças como diarreia, esquistossomose,  cólera, leptospirose e hepatite podem ser transmitidas pela falta de saneamento e de cuidado com a tubulação que entope e faz jorrar a água suja por todos os lados. O esgoto à céu aberto também é um grave problema de saúde pública e oferece riscos a todos que transitam por perto.

Bancada da Oposição diz que UPA do Arruda é retrato do descaso com a saúde pública em Pernambuco

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Segundo informações do Bloco de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), a “UPA do Arruda, anunciada pelo Governo do Estado, em 2012, é um exemplo de descaso com a saúde pública e com o patrimônio dos pernambucanos. Pronta desde outubro de 2014, a unidade de saúde ainda não serviu ao seu propósito: prestar atendimento médico aos cerca de 32 mil moradores do Arruda e bairros vizinhos”, diz a nota.

Quem assina a denúncia em nome da Bancada dos parlamentares de Oposição é o deputado estadual, Silvio Costa Filho (PTB) que aproveitou o período pós-Carnaval para visitar a unidade, atendendo aos apelos de moradores da região que encaminharam denúncia à Oposição pelo Pernambuco de Verdade. Na visita, o parlamentar afirma comprovar um cenário de completo abandono da UPA, que hoje se encontra sem nenhuma condição de uso.Upa destruida 2

Por causa do tempo parada, a unidade está com as instalações elétricas deterioradas, vidros quebrados e instalações hidráulicas danificadas. “O Governo investiu cerca de R$ 6 milhões nesta obra e, hoje, se quiser coloca-la em operação vai precisar gastar pelo menos mais R$ 1 milhão criticou Costa Filho.

Para o deputado, o mais grave é que apesar do quadro de carência de atendimento na Capital pernambucana, nem o governador Paulo Câmara, nem o prefeito Geraldo Júlio, que teria o papel de cobrar uma posição de seu aliado, se pronunciam sobre o empreendimento.

Zika: OMS declara emergência internacional em saúde pública

MOSQUITO

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta segunda-feira (1º) situação de emergência em saúde pública de interesse internacional em razão do aumento de casos de infecção pelo vírus Zika identificados em diversos países e de uma possível relação da doença com quadros registrados de malformação congênita e síndromes neurológicas.

A decisão foi tomada após reunião de um comitê de emergência em Genebra, convocado pela entidade na última sexta-feira (29) para tratar do assunto.

Durante coletiva de imprensa, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, destacou que ainda é necessário comprovar cientificamente a ligação entre infecções pelo vírus Zika em gestantes e casos de microcefalia em bebês. As evidências, entretanto, são consideradas fortes pelos especialistas do grupo. “É preciso investigar e entender melhor a relação”, disse.

Margaret Chan cobrou ainda uma resposta internacional coordenada por parte dos países-membros para combater casos de infecção pelo vírus Zika no mundo.

Durante coletiva de imprensa, ela avaliou que a ausência de uma vacina contra o Zika e de testes de diagnóstico confiáveis somados à falta de imunidade na população dos países afetados pelo vírus constituem fatores de preocupação.

Fonte: EBC

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