Senado aprova recriação do Ministério da Cultura

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Senado aprovou nesta segunda-feira (19) a medida provisória que recria o Ministério da Cultura. A MP 728/2016 desfaz uma das primeiras medidas do governo do presidente Michel Temer, ainda no período da interinidade, que foi a incorporação da pasta da Cultura à da Educação, em meio a uma minirreforma ministerial. Após a reação dos artistas e de vários políticos, vários deles aliados ao governo, Temer voltou atrás. A matéria sofreu alterações durante a tramitação e segue para sanção presidencial na forma de um projeto de conversão (PLV 18/2016).

Além de restabelecer o Ministério da Cultura e retomar os cargos separados de ministro da Cultura e ministro da Educação, o projeto também cria as secretarias especiais dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, no âmbito do Ministério da Justiça e Cidadania.

A senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), líder do governo no Congresso, falou em defesa da MP no Plenário. Segundo ela, a reorganização vai aprimorar a gestão federal e colaborar para atender às necessidades do país. Em relação ao Ministério da Cultura, ela enalteceu o papel da sociedade civil no debate do tema.

“A recriação do ministério é um atendimento à sociedade cultural como um todo. Houve essa reivindicação e o governo se posicionou favorável” disse.

A MP teve como relatora a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), e como relator revisor o senador Eduardo Amorim (PSC-SE). A comissão mista que analisou a medida provisória foi presidida pelo senador Dário Berger (PMDB-SC).

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Reforma ministerial deve ser votada hoje no Senado Federal

(Foto: Internet)

A MP 726 reduziu de 39 para 24 o número de ministérios na nova estrutura do Executivo federal. (Foto: Internet)

Os senadores se reúnem nesta quinta-feira (8) para votar em Plenário a Medida Provisória (MP) 726/2016, que promoveu uma reforma administrativa nos primeiros dias do governo interino de Michel Temer, e a MP 727/2016, que criou o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

As MPs precisam ser votadas para que a pauta seja liberada para decisão de outras propostas, como reajustes para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República.

Será a primeira sessão de esforço concentrado durante o período eleitoral. As duas MPs perderiam a validade na quarta-feira (7), mas vencem somente nesta quinta devido ao feriado.

A MP 726 reduziu de 39 para 24 o número de ministérios na nova estrutura do Executivo federal. O Ministério da Cultura foi recriado, mas foram extintos os Ministérios da Previdência Social, do Desenvolvimento Agrário e da Ciência e Tecnologia.

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Congresso recebe medida provisória com R$ 789 mi para ações de defesa civil no NE

CARRO PIPA - SECA

De acordo com o ministério, os recursos serão alocados em projetos para aliviar os efeitos da estiagem na região semiárida nordestina. (Foto: Ilustração)

O Congresso recebeu nesta segunda-feira (1º) a Medida Provisória 743/16, que abre um crédito extraordinário de R$ 789,9 milhões para o Ministério da Integração Nacional. Os recursos serão usados pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, ligada ao ministério, para as ações de atendimento a populações atingidas pela seca, incluindo medidas emergenciais de socorro, restabelecimento de serviços públicos essenciais e recuperação de áreas atingidas.

De acordo com o ministério, os recursos serão alocados em projetos para aliviar os efeitos da estiagem na região semiárida nordestina. Os aportes irão contemplar a construção de adutoras, perfuração e instalação de poços, fornecimento de água por carro-pipa e aquisição de equipamentos, como dessalinizadores e bombas hidráulicas. Serão beneficiados projetos em municípios de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Parte dos recursos será destinada ao Ministério da Defesa, por meio do Exército Brasileiro, para a perfuração e instalação de poços. O governo afirma que o objetivo é otimizar a Operação Carro-Pipa federal.

A Constituição permite ao Executivo editar medidas provisórias abrindo crédito extraordinário para atender despesas urgentes e imprevistas em caso de calamidade pública. Desde que assumiu interinamente a presidência, em maio, o presidente em exercício Michel Temer já editou cinco destas MPs, todas em tramitação no Congresso (MPs 730, 736, 738, 740 e 743).

A MP 743 será analisada inicialmente na Comissão Mista de Orçamento. Depois, seguirá para votações nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Fonte Agência Câmara Notícias

Governo libera R$ 790 milhões para ações de combate à seca no Nordeste

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O texto deve ser publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira./ Foto: internet

O presidente interino Michel Temer assinou hoje (29) uma medida provisória (MP) abrindo crédito extraordinário de cerca de R$ 790 milhões para ações e despesas emergenciais de combate à seca em estados do Nordeste.

O montante, no valor total de R$ 789.947.044, foi creditado em favor do Ministério da Integração Nacional e, além das ações de combate à seca, também poderá ser usado em situações de emergência e desastres naturais. O texto deve ser publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira (1º).

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Faculdades mostram preocupação após governo cortar subsídio do Fies

(Foto: Bernardo Soares)

A medida foi publicada no “Diário Oficial” da União. (Foto: Bernardo Soares)

Nesta sexta-feira (15) foi anunciada uma medida provisória (MP) pelo governo do presidente interino, Michel Temer. A MP modificou a forma de remuneração dos bancos ligados ao Fies (Fundo Financiamento Estudantil) e gerou uma reação das entidades que representam as faculdades privadas.

A nova medida busca uma economia de R$ 400 milhões por ano para a União e estabelece que parte da remuneração aos bancos, o equivalente às taxas administrativas, seja custeada pelas faculdades que participam do programa. Antes, quem pagava por essas despesas era o próprio governo federal.

A medida foi publicada no “Diário Oficial” da União. Segundo o texto, que altera a lei do Fies, de 2001, o valor mensal a ser pago será de 2% sobre o saldo do crédito liberado às instituições de ensino.

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