Após derrocada nas eleições, PT avalia desistir de candidatura em 2018

A derrocada nas eleições municipais e a pressão da Operação Lava-Jato sobre Luiz Inácio Lula da Silva, a principal estrela do partido, pode levar o PT a uma escolha considerada inimaginável: abrir mão de uma candidatura própria ao Palácio do Planalto em 2018 e apoiar o nome de Ciro Gomes, hoje filiado ao PDT.

Se isso ocorrer, será a primeira vez, desde 1989, que o principal partido de esquerda do país não terá a cabeça de chapa na disputa presidencial. As conversas ainda não chegaram à cúpula partidária, mas começam a correr nas instâncias mais básicas do partido e em outras legendas que disputarão a Presidência com o PT.

Um grande empecilho para o início oficial do debate é que o próprio Lula ainda não autorizou esse caminho. Réu em dois processos da Lava-Jato, os petistas acreditam que o ex-presidente não será preso. Mas isso não significa que ele poderá ser candidato. A avaliação interna é de que ele será condenado pela Justiça Federal, o que o enquadraria na Lei da Ficha Limpa, tornando-o inelegível.

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Segundo informações o Petrolina Social Futebol Clube protocolou sua desistência da competição por falta de recursos financeiros. A Fera estava no Grupo B ao lado do Afogados da Ingazeira, Cabense, Centro Limoeirense e Timbaúba.

Com o abandono o time sertanejo pode ser penalizado com suspensão de até 2 anos e possível aplicação de multa. A direção do clube não se manifestou oficialmente sobre a desistência.

A revolta dominou desportistas que sonharam em ver Petrolina representada no futebol. O elenco também ficou entristecido dada a falta de incentivo pela qual passa a Fera Sertaneja.

Em entrevista publicada no facebook do time, Diego Siqueira afirma que “não se pode esperar muita coisa do futebol petrolinense, sabemos que enfrentam vários problemas como a política envolvida com o clube, salários atrasados, falta de condições para trabalhar de uma forma que possa cobrar um desempenho maior do atleta, a falta de alguns profissionais que realmente entenda o que é o futebol, falta de apoio para patrocínios. Acho que o caminho é longo para que se possa organizar o clube e tornar uma potência do futebol pernambucano”.

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