Ministério Público vai analisar denúncias de fraude no concurso da Polícia Militar

Três promotores vão investigar se houve ou não fraude na seleção e que medidas devem ser tomadas/Foto:JC Imagem

Três promotores vão investigar se houve ou não fraude na seleção e que medidas devem ser tomadas/Foto:JC Imagem

Atenção candidatos  que se sentiram prejudicados pela suspeita de fraudes no concurso da Polícia Militar de Pernambuco. O Ministério Público começará a analisar, a partir desta sexta-feira (03), as denúncias. A primeira etapa da seleção, que aconteceu no último domingo, teria sido marcada por atrasos, uso de celulares, consultas a materiais didáticos e até uso de pontos eletrônicosMais de 121 mil pessoas estavam inscritas no concurso.

A análise das denúncias feitas pelos candidatos ficará a cargo das Promotorias de Justiça do Patrimônio Público da Capital. Três promotores vão investigar se houve ou não fraude na seleção e que medidas devem ser tomadas. Nas redes sociais, candidatos pedem a anulação das provas, mas a Secretaria de Defesa Social (SDS) já afirmou que isso não será possível.

Na manhã do último domingo, 13 pessoas, entre elas professores de cursos preparatórios, foram presas suspeitas de envolvimento em esquema criminoso para venda de gabaritos aos candidatos. No total, cada interessado deveria pagar R$ 2 mil e, caso aprovado na seleção, pagaria mais R$ 30 mil por meio de créditos consignados. Após um mês de investigações, a Polícia Civil conseguiu prender a quadrilha durante as provas e evitar essa fraude.

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Dilma pedirá que STF apure vazamento de investigação sobre ela

Para Dilma, o vazamento das informações que estavam sob sigilo, às vésperas da votação do impeachment pelo Senado, foi feito por pessoas "com interesses escusos inconfessáveis"/Foto: arquivo

Para Dilma, o vazamento das informações que estavam sob sigilo, às vésperas da votação do impeachment pelo Senado, foi feito por pessoas “com interesses escusos inconfessáveis”/Foto: arquivo

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (4) que vai pedir uma investigação sobre o vazamento do pedido de abertura de inquérito contra ela feito ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Segundo a presidente, as denúncias feitas pelo senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que dão base ao pedido, “são absolutamente levianas e, sobretudo, mentirosas”. Para Dilma, o vazamento das informações que estavam sob sigilo, às vésperas da votação do impeachment pelo Senado, foi feito por pessoas “com interesses escusos inconfessáveis”.

“Lamento, mais uma vez, que algo muito grave tenha acontecido. O vazamento de algo pela imprensa, algo que, ao que tudo indica, estava sob sigilo e, estranhamente, vaza às vésperas do julgamento do Senado. Aqueles que vazaram têm interesses escusos inconfessáveis. Eu vou solicitar ao ministro da AGU (Advocacia-Geral da União) que solicite a abertura, no Supremo, para apurar esses vazamentos”, disse a presidente.

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