
Uma investigação da Polícia Federal revelou um esquema criminoso que usou farmácias de fachada em várias regiões do Brasil para desviar quase R$ 40 milhões do programa Farmácia Popular.
A organização também teria lavado dinheiro do tráfico e financiado a compra de cocaína na Bolívia e no Peru.
O grupo fraudava o programa utilizando CPFs e endereços de pessoas inocentes, além da compra e venda de CNPJs de empresas de fachada administradas por laranjas. A operação começou a ser descoberta após apreensão de drogas em Luziânia (GO), mas as irregularidades foram identificadas em diversos estados, como Goiás, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul.


















