Consultas ambulatoriais do HU-Univasf sofrem alterações a partir de segunda-feira

(Foto: Arquivo)

Através da assessoria o Hospital da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), informou que a partir da próxima segunda-feira (20) o atendimento ambulatorial será transferido para a Policlínica da Univasf.

Segundo a nota, apenas as consultas de ortopedia permanecerão no hospital. Os pacientes que tiverem consultas marcadas deverão se dirigir a nova unidade de saúde. O serviço ambulatorial na Policlínica funcionará das 07h às 17h. Os horários das consultas já agendadas não serão alterados, apenas o local dos atendimentos.

A unidade de saúde está localizada na Rua André Vidal de Negreiros, ao lado do Ginásio de Esporte Osvaldo do Flamengo, no Centro de Petrolina-PE.

Os pacientes podem esclarecer quaisquer dúvidas através dos telefones: (87) 2101- 6511, 2101-6514 e 2101-6585.

Secretaria de Saúde de Juazeiro informa mudança temporária no número de telefone do SAMU

A Secretaria Municipal da Saúde de Juazeiro (BA) informa que, devido problema técnico na empresa de telefonia OI, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está atendendo através dos números: (74) 9 9198-0828 e 74 9 9985-6155.

O número 192 está desativado, provisoriamente, em função dos problemas detectados. A OI informou que o prazo de retorno para normalização da linha (74) 3612-3790 é até o dia 23 deste mês.

Segundo o Superintendente de Regulação da Secretaria de Saúde, Mario Machado, foi solicitado a compra de novos aparelhos em caráter de urgência. A secretaria afirmou que o serviço está funcionando normalmente na cidade.  Até o restabelecimento da linha, as ligações para a vigilância epidemiológica podem ser direcionadas para o numero (74) 9 9198-3057.

Com informações da ASCOM

Fernando Bezerra diz que reforma da Lei de Licitações vai impedir obras inacabadas

O senador afirmou que vários mecanismos, que foram introduzidos na lei, foram trazidos de outros países. (Foto: Internet)

Em entrevista à Rádio Senado, o senador Fernando Bezerra Coelho afirmou que a reformulação da Lei de Licitações (8.666/93) impedirá a existência de obras inacabadas. O projeto aprovado pelo Senado após três anos de discussão exige a contratação de projetos integrados para pôr fim aos aditivos, institui um seguro e pune quem fizer licitações dirigidas.

Questionado se o projeto da lei de licitações sairia do papel, Fernando Bezerra Coelho afirmou que após três anos de discussão da matéria o Brasil terá uma nova e moderna lei de licitações a partir do próximo ano. O senador apontou como uma das principais alterações, que norteou as diversas modificações na lei, a necessidade de mudar a cultura do desprezo na elaboração de projetos e a fabricação de obras com diversos aditivos.

“Hoje nós temos uma infinidade de obras por serem concluídas nos níveis federal, estadual e municipal, e essa mudança que nós apresentamos valoriza a elaboração do projeto. A exigência agora é de um projeto completo para que o indivíduo poder licitar a obra. Os aditivos terminavam por levar a interrupção de contratos e criavam o conhecido cemitério de obras inacabadas”.

O senador afirmou que vários mecanismos, que foram introduzidos na lei, foram trazidos de outros países como, por exemplo, dos Estados Unidos.

“Trouxemos o seguro para a obra pública, no sentido de ter mecanismos e instrumentos que possam garantir ao governo federal, caso a obra seja interrompida por alguma discussão, ou problema com o contratado, recursos suficientes para permitir a sua recontratação e a conclusão da obra para poder servir a comunidade”.

Fernando comparou ainda as alterações na lei de licitações com o que ocorre no japão durante a elaboração de projetos e execução de obras.

“Portanto, nós estamos acreditando que com essas mudanças na valorização do projeto para contratação da obra, com um projeto completo, a gente poderá fazer como acontece no Japão, que se passa três, quatro anos elaborando o projeto e um ano executando a obra. Aqui no Brasil a gente quer fazer o projeto com seis meses e passe cinco, seis anos para concluir a obra, em função dos diversos aditivos que se fazem necessários para poder chegar ao fim daquele contrato”, finalizou.

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