
Foto: Alepe/Divulgação
A aprovação da chamada “PEC da Blindagem” pela Câmara dos Deputados, na terça-feira (16), gerou forte repercussão negativa na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) durante a 38ª semana de 2025.
Oficialmente chamada de PEC das Prerrogativas, a proposta determina que deputados e senadores só podem ser processados criminalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) mediante autorização prévia da própria Câmara e do Senado.
Na quarta-feira (17), Rosa Amorim (PT) criticou a medida na tribuna, chamando-a de “PEC da Impunidade” e afirmando que cria um “privilégio inaceitável”. Dani Portela (PSOL) classificou o tema como “indigesto” e se referiu à proposta como “PEC da Bandidagem”, destacando que aprovar uma medida desse tipo demonstra o momento de crise pela qual a democracia atravessa.
Na quinta-feira (18), João Paulo (PT) também denunciou a PEC, lendo um editorial do Jornal do Commercio que a define como “uma defesa da impunidade no Brasil” e uma proteção a uma elite que usufrui de direitos diferenciados em relação à população em geral.
Os protestos na Alepe refletem a preocupação de parlamentares locais sobre os impactos da PEC no combate à corrupção e na transparência política.



