Artista petrolinense participa de programa de mentoria nos EUA

ranilson viana 1

Foram mais de 900 inscritos para apenas 15 selecionados e o artista plástico petrolinense, Ranilson Viana, conseguiu entra nessa disputada e almejada lista. A seleção diz respeito a um treinamento internacional em mentoria com o bilionário Carlos Wizard conhecido como Legado Milionário, ministrado em Orlando, na Flórida, Estados Unidos.

“Tomei conhecimento do processo de seleção durante participação de um evento em São Paulo, um curso de marketing digital conhecido como Fórmula de Lançamento. Na oportunidade estive com o mentor do programa Carlos Wizard que onde lançou o desafio a mais de 2500 pessoas na oportunidade. Como sou de enfrentar desafios, aceitei e o resultado, foi estar entre um dos 15 selecionados. Uma grande conquista para a minha vida em todos os sentidos”, declarou o artista.

Ranilson conta que para participar da disputada seleção, tinha que cumprir algumas etapas. Primeiro, gravou um vídeo de 3 minutos contanto sua história pessoal e do projeto que apresentou para a seleção. Um dos critérios exigidos era que esse projeto fizesse a diferença no seu país.

 “Eu tinha que apresentar no vídeo com uma ação que realmente tivesse conteúdo capaz de mudar uma realidade e de mudar meu país de uma certa forma. O meu vídeo tratou de transformação interior, utilizando técnicas de modelagem tradicional, da minha arte. O nome do meu projeto é EMVIDAS – Esculpindo e Modelando Vidas, onde esculpir é retirar coisas ruins de dentro e modelar é colocar coisas boas para o interior. Acreditei que estaria entre os selecionados porque acredito muito nesse projeto”, explicou o artista plástico petrolinense.

 Mentoria

 É um fenômeno muito antigo e muito importante para o desenvolvimento das pessoas e das empresas. Um Mentor é um profissional que o apoiou ou apoia na sua vida pessoal e ou empresarial.

Brasil foi terceiro maior comprador de armas em 2014, diz relatório dos EUA

AVIÃO

As vendas de armamento pelos EUA saltaram quase US$ 10 bilhões em 2014, ou 35%, mesmo com a estabilização do mercado internacional de Defesa e o aumento da competição entre diferentes fornecedores, mostra um novo estudo do Congresso.

As receitas americanas com venda de armas subiram para US$ 36,2 bilhões em 2014, contra US$ 26,7 bilhões no ano anterior, impulsionadas por acordos multibilionários com o Qatar, a Arábia Saudita e a Coreia do Sul.

Esses e outros acordos asseguraram que os EUA continuasse a ser o maior fornecedor de armas no mundo, com mais de 50% do mercado.

A Rússia aparece em seguida, com US$ 10,2 bilhões em vendas, comparado a US$ 10,3 bilhões em 2013. A Suécia foi a terceira, com US$ 5,5 bilhões, seguida pela França —US$ 4,4 bilhões— e a China, com US$ 2,2 bilhões.

A Coreia do Sul, um aliado-chave dos EUA, foi o principal comprador de armas do mundo em 2014, com US$ 7,8 bilhões em contratos. O país enfrenta contínua tensão com a vizinha Coreia do Norte relacionada programa de armas nucleares norte-coreano e outras provocações.

O grosso das compras da Coreia do Sul, mais de US$ 7 bilhões, vieram dos EUA, incluindo helicópteros de transporte e material de apoio, bem como veículos de vigilância aérea não tripulados.

O Iraque aparece em segundo, com US$ 7,3 bilhões em compras para reconstruir suas Forças Armadas após a retirada dos militares americanos do país.

O Brasil, outro país em desenvolvimento que constrói sua força militar, ficou em terceiro, com US$ 6,5 bilhões em contratos, sobretudo com a Suécia, que vendeu caças ao país.

8910