Novas regras para o crédito rotativo começam a valer nesta segunda

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A partir de amanhã (3) começam a valer as novas condições do crédito rotativo, que limitam o uso da modalidade em até 30 dias. As regras visam a reduzir os juros cobrados ao obrigarem a migração para opções de financiamento menos onerosas como, por exemplo, o parcelado.

Definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro fazem parte da agenda de reformas microeconômicas do governo de Michel Temer.

Na prática, os consumidores não poderão mais pagar apenas parte do valor da fatura mensal do seu cartão de crédito. Com as novas regras, após 30 dias no rotativo, terão de fazer o pagamento integral ou parcelar a dívida em parcelas fixas e juros mais baixos.

Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Caixa Econômica Federal já anunciaram as novas condições do crédito rotativo ao longo dos cerca de três meses que tiveram para se adaptarem às regras divulgadas em janeiro.

Com informações do Istoe

Entenda como fica a nova política de rotativo do cartão de crédito

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A partir do dia 3 de abril, os clientes terão restrições para fazer o pagamento mínimo da fatura e acessar o crédito rotativo é o que propõe as novas regras.  A principal mudança é que, ao contrário do que acontece atualmente, quem optar por fazer o pagamento mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos.

A determinação foi divulgada pelo Banco Central no dia 26 de janeiro, e tem gerado dúvidas entre os consumidores.  A novas regras foram criadas para coibir o uso do rotativo e obrigar os bancos a oferecer uma solução de parcelamento para o cartão de crédito com juros mais baratos. A taxa de juro do rotativo encerrou o ano passado em 484,6% ao ano, segundo dados do Banco Central que considera a média de todas as instituições financeiras.

Com informações do G1

Juro do cartão avança e chega a 486% ao ano em janeiro

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Os bancos continuaram a subir as taxas de juros ao consumidor no começo de 2017, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta quinta-feira (23). O movimento acontece apesar da série de cortes promovidas pelo BC na Selic, a taxa de juros básica da economia.

Em janeiro, a taxa cobrada nas operações com cartão de crédito rotativo, a mais cara do mercado, voltou a subir e atingiu 486,8% ao ano, novo recorde histórico. Em dezembro do ano passado, os juros dessa modalidade de crédito estavam em 484,6% ao ano.

A série histórica da autoridade monetária começa em março de 2011. Em doze meses, o juro do cartão de crédito rotativo avançou 47,3%.
Nesta quarta (22), o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, anunciou o quarto corte seguido na taxa Selic, que está agora em 12,25% ao ano.

Com informações do G1

Gastos com juros do cartão de crédito podem cair pela metade

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A economia do consumidor com a nova regra que limita a utilização do rotativo do cartão de crédito poderá chegar a quase 50% em 12 meses. Essa é a diferença que o cliente deixará de pagar ao migrar dos juros mais caros do crédito rotativo para as taxas mais baixas do crédito parcelado.

A partir de abril, as administradoras de cartão de crédito não poderão mais financiar o saldo devedor dos clientes por meio do crédito rotativo por mais de um mês, conforme decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN).

De acordo com o levantamento mais recente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), os juros médios do crédito rotativo – cobrado de quem não paga a totalidade da fatura do cartão de crédito – chegavam a 15,33% ao mês no fim de dezembro. Para o crédito parcelado, a taxa média estava em 8% ao mês.

A diferença é maior quanto mais longo o tempo dos financiamentos. Uma dívida de R$ 1 mil na fatura do cartão sobe para R$ 1.534 no crédito rotativo ao fim de três meses. Com a nova regra, pela qual a taxa mais alta – de 15,33% ao mês – incide nos primeiros 30 dias e a taxa de 8% ao mês incide nos dois meses restantes, a dívida aumenta para R$ 1.345,20, diferença de 12,3%.

Com informações do EBC

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