Os padres Marcos Antônio Guimarães e Carlos Augusto Faria, da Diocese de Petrolina, que sofreram um grave acidente na quarta-feira (24) na BR-232, após o carro em que estavam colidir contra um caminhão em Serra Talhada, tiveram graves lesões e receberam atendimento intensivo no Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, com registro de politraumatismo, com lesões ortopédicas e torácicas. Os religiosos foram transferido na sexta-feira (26) para o Hospital Unimed, em Petrolina, após atendimento de urgência recebido na cidade de Serra Talhada, onde o veículo que viajavam, uma camionete colidiu com um caminhão, na última terça-feira (24) na BR 232.
O boletim anterior, do Hospital em Serra Talhada, apontou que o Padre Carlos Augusto teve múltiplas fraturas na face, sendo submetido à abordagem cirúrgica pela equipe de Cirurgia Bucomaxilofacial, sem registro de lesões traumáticas intracranianas, abdominais ou pélvicas, apresentando uma contusão pulmonar de pequena extensão. Já o Padre Marcos Guimarães apresentou politraumatismo com múltiplas fraturas na face, sendo submetido à abordagem cirúrgica pela equipe de Cirurgia Bucomaxilofacial. Os exames não evidenciaram lesões traumáticas intracranianas, abdominais ou pélvicas, apresentando apenas contusão pulmonar de pequena extensão.
Em nota, assinada pelo Bispo Diocesano Antonio Carlos Cruz Santos, a Diocese de Petrolina informou que “a transferência ocorreu sem intercorrências, e o quadro clínico de ambos permanece estável”, destacando que “para garantir a tranquilidade e o bom andamento do tratamento, as visitas serão restritas aos familiares e a alguns padres da Diocese de Petrolina”. A Diocese agradeceu as orações e manifestações de solidariedade recebidas nos últimos dias, reforçando o pedido para que os fiéis continuem unidos em oração pela plena recuperação dos padres Carlos Augusto e Marcos Guimarães” e agradeceu “aos profissionais do Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, pelo atendimento prestado aos sacerdotes, bem como aos padres da Diocese de Afogados da Ingazeira pela acolhida e apoio durante o período em que eles permaneceram na cidade”.



