
O presidente da Compesa apresentou, em reunião com a imprensa de Petrolina, um balanço das ações estruturantes que estão em execução para reforçar o sistema de abastecimento na região.
Ao todo, são cerca de R$ 98 milhões distribuídos em três frentes: aumento da produção de água, modernização tecnológica e melhoria da comunicação com os consumidores.
Ele destacou que a empresa atravessa um período de transição após anos de investimentos insuficientes, mas afirmou que o pacote atual é o maior das últimas duas décadas. A primeira etapa inclui a instalação de unidades compactas de ultrafiltração em Lagoa Grande e Afrânio, com capacidade inicial de 50 l/s e montagem prevista para até 90 dias.
A maior obra em execução é a nova Estação de Tratamento de Água e uma quarta captação no Rio São Francisco, ambas no Distrito Industrial de Petrolina. Com capacidade de 400 l/s, a estrutura deve ampliar em cerca de 40% o volume disponível, chegando a quase 50% somando todas as etapas. O investimento, de quase R$ 60 milhões, considera o crescimento populacional previsto para os próximos 15 a 20 anos.
Outra frente inclui a modernização e automação das estações mais antigas, construídas entre as décadas de 1960 e 1980. Essa etapa representa cerca de R$ 20 milhões.
O presidente também reconheceu falhas no atendimento e afirmou que uma nova diretoria trabalha para melhorar o 0800, o serviço por WhatsApp e os canais digitais da companhia. Segundo ele, a comunicação passou a ser tratada como prioridade.
Ao final, reforçou que os projetos estão em execução e têm como objetivo garantir segurança hídrica para Petrolina nas próximas duas décadas.



