
Chega junho, e Petrolina troca o calor do sol sertanejo pelo calor humano que só o São João sabe acender. É quando o coração da cidade bate no compasso do forró, e o som da sanfona se mistura ao barulho dos fogos, aos passos apressados no calçadão e às conversas animadas nas barracas de milho e pamonha.
Os céus se enfeitam com balões, as ruas com bandeirolas, e a alma da cidade se enche de cor e esperança. Mas o que talvez poucos enxerguem por trás de tanta beleza e tradição é o que pulsa nos bastidores: o São João de Petrolina é muito mais do que festa — é trabalho, renda, economia viva.






















