Dez anos sem Beatriz: família cobra julgamento de réu confesso em caso que chocou Petrolina e o país

(Foto: Arquivo)

Há 10 anos, em 10 de dezembro de 2015, a morte da menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, durante uma festa de formatura no Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina, teve ampla repercussão local e nacional. A criança foi encontrada sem vida em um alojamento da escola.

Desde então, o inquérito passou por diversas etapas até a identificação do autor do crime. Marcelo da Silva foi apontado como responsável pelo assassinato, confessou o homicídio e foi preso. Apesar disso, o processo ainda não foi concluído.

O réu permanece detido e deve ser submetido a júri popular. No entanto, até o momento, não há data definida para a realização do julgamento.

O crime

De acordo com as investigações, Beatriz foi morta a facadas após sair da quadra poliesportiva para beber água. O suspeito teria entrado com facilidade na unidade de ensino, abordado a criança e a levado até uma sala desativada, onde praticou o crime.

O inquérito aponta ainda que ele teria abordado outras crianças antes, sem o uso de violência. O caso segue em tramitação na Justiça.

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