
A cinebiografia Michael, que explora a vida e o legado de Michael Jackson, consolidou-se como um fenômeno comercial em sua semana de abertura. O longa registrou a segunda maior estreia global de 2026 até o momento, perdendo apenas para a animação Super Mario Galaxy: O Filme.
Desempenho nas Bilheterias
Segundo dados do Deadline, a produção já ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões.
Confira a divisão dos lucros:
Global: US$ 206,4 milhões (aprox. R$ 1,1 bilhão).
América do Norte: US$ 95 milhões.
Mercado Internacional (82 países): US$ 111,4 milhões.
Com esses números, o filme assume o posto de maior estreia live-action do ano, superando com folga os US$ 140,9 milhões arrecadados por Devoradores de Estrelas.
A Trama e a Produção
Dirigido por Antoine Fuqua (O Protetor) e protagonizado por Jaafar Jacksonn sobrinho do cantor, cuja semelhança física e vocal tem sido amplamente elogiada, o longa percorre a trajetória do Rei do Pop desde a infância rígida no Jackson 5 até a consagração mundial no final da década de 1980.
Polêmicas e Bastidores
Apesar do sucesso financeiro, Michael não escapou de críticas e controvérsias de bastidores:
Omissões Narrativas: O roteiro optou por encerrar o arco principal antes de 1993, deixando de fora as primeiras acusações de pedofilia que marcaram a vida pública do artista.
Conflitos de Imagem: A produção enfrentou barreiras legais com figuras próximas ao cantor. Janet Jackson não autorizou o uso de sua imagem, e cenas envolvendo Diana Ross (interpretada por Kat Graham) teriam sido cortadas devido a impasses jurídicos.
O filme segue em exibição nos cinemas brasileiros, mantendo o debate aceso entre fãs e críticos sobre o equilíbrio entre a homenagem artística e a precisão histórica.



