
Na manhã desta sexta-feira (10), motoristas de aplicativo se reuniram no pátio Ana das Carrancas, em Petrolina, para protestar contra o cadastramento obrigatório da categoria exigido pela AMMPLA.
Os condutores alegam que o processo é burocrático e financeiramente pesado, já que o custo para regularização inclui uma taxa de R$ 209, além de R$ 190 para um curso especializado exigido.
Segundo os trabalhadores, os valores, somados aos gastos com manutenção e combustível, dificultam a permanência na atividade. Os motoristas seguem em carreata até a sede da Prefeitura para pedir a revisão das normas.
A AMMPLA informou que o prazo para o cadastro segue até o dia 20 de outubro e que a medida é prevista na Lei Nº 3.094/2018.
Segundo a autarquia, o objetivo é garantir mais segurança, transparência e qualidade no serviço, assegurando que todos os condutores atuem de forma regular.
O cadastro pode ser feito presencialmente na sede da AMMPLA, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, ou online pelo site ammpla.interage.in. Após o prazo, quem for flagrado trabalhando sem o registro municipal poderá ser multado em R$ 4.390 e ter o veículo removido.



